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segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Do século XII ao XXI. O que Espinosa gostaria de ouvir.

 

Do século XII ao XXI

O que Espinosa gostaria de ouvir

É impressionante como pensadores como Espinosa, Descartes, Giordano Bruno e Erasmo de Rotterdam descobriram e defenderam, por vezes com a própria vida, verdades que continuam despertando o interesse da humanidade.

Poderiam essas verdades dar um novo sentido à nossa vida?

Séculos depois, publicações sobre Espinosa ainda alcançam grande repercussão nas redes sociais. Seu pensamento permanece atual e continua atraindo leitores.

Verdades que atravessam os séculos

Ao viajar pelos livros até tempos remotos, impressionou-me perceber o encantamento que essas ideias exerciam sobre seus defensores. Mesmo excomungados ou ameaçados por instituições religiosas, eles não as negaram, pois não admitiam viver sem aquilo que reconheciam como verdade. Era a morte para eles.

Afinal, que verdades são essas?

São verdades metafísicas, relacionadas a questões que acompanham a humanidade e que exigem do ser humano um movimento de reflexão interior:

·         Deus, a existência e a morte;

·         o espírito e o mundo metafísico;

·         a alegria e o sentido da vida;

·         o conhecimento de si mesmo.

Deus, natureza e ciência

Aprecio profundamente essas verdades.

Entre as formulações que Espinosa talvez gostasse de ouvir, destaca-se a de González Pecotche, no século XX: “Deus é o eterno, a imensidão, a sabedoria e o amor.”

Quando Espinosa afirmou que Deus era a natureza, foi excomungado. Sua concepção de Deus era muito mais ampla do que aquela apresentada pela religião de seu tempo.

Outra declaração de González Pecotche que Espinosa talvez apreciasse afirma:

“Deus criou a Ciência Universal, a verdadeira Ciência, e ensinou, nos processos da natureza, a Ciência viva da Criação. A Ciência da Criação está incorporada na arquitetura do Universo. É por isso que González Pecotche faz Deus presidir em Sua ciência, a Logosofia, porque tudo é ciência onde há verdadeira sabedoria.”

Conhecimento, eternidade e evolução consciente

A preocupação com nossa eternidade atravessa os séculos. Sobre esse tema, González Pecotche afirma: “O conhecimento é a substância eterna que, quando assimilada, permite ao homem experimentar a sensação do eterno.”

Espinosa abordou temas como a mente humana, os pensamentos, as limitações a serem superadas e as novas concepções que surgem quando voltamos o olhar para nós mesmos. No entanto, não chegou a desenvolver um método para ensinar esse processo.

Talvez ele se alegrasse ao saber que a Logosofia utiliza esses conhecimentos extraídos das profundezas do Universo, para ensinar o ser humano a evoluir, a aperfeiçoar-se e, pelo exemplo, a contribuir para a construção de uma humanidade melhor.

O mundo transcendente e o acesso ao conhecimento

O mundo transcendente e seus conhecimentos sempre existiram, mas poucos souberam como acessá-los. Entre esses grupos, destacam-se os egípcios e, de modo isolado, alguns seres humanos ao longo da história.

Um convite ao conhecimento de si mesmo

Venha conhecer a Logosofia e aproximar-se das verdades que tantos pensadores tentaram explicar, muitas vezes ao custo da própria vida.

Verdades maravilhosas!

O conhecimento de si mesmo, a evolução consciente, a superação das próprias deficiências e a busca pela alegria são temas que imortalizaram Baruch Espinosa e outros grandes pensadores.

Surge agora a oportunidade de se viver internamente essas verdades e transformar a própria vida em alegria, em vibração, em lucidez e menos medo e temor. em valentia.

Paulo Roberto Pinheiro de Menezes

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