Entre o
século XII e o século XVII, os alquimistas daquela época, atraíram-me porque seus
objetivos coincidiam com os meus e o de toda a humanidade através dos séculos. Quem não busca a imortalidade?
Paracelsius,
Isaac Newton e até Hermes de Trismegisto tinham por objetivo, descobrir a Pedra
Filosofal, criar o elixir da longa vida, transformar metais comuns em ouro, como
também alcançar uma transformação espiritual interior.
Chamaram
muita atenção pela Busca da Imortalidade e pelas tentativas de decifrar
manuscritos enigmáticos. Vejam que os geniais hieróglifos egípcios
transportaram os seus conhecimentos por milhares de anos e até hoje não foram compreendidos
em sua profundidade.
A alquimia
morreu? Não morreu é segue até hoje no aspecto da transformação do ser humano
dentro de si, no seu mundo interno imaterial. Vejamos um exemplo:
Aula proferida no século 20.
Alquimia. Como transformar pedras em flores formosas.
Docente: Mestre Raumsol. Vide livro Bases para tua conduta.
Objetivo:
ensinar o ser a evoluir e se modificar: Observe que não são frases apenas
bonitas. São palavras criadoras que lhe orientam a mudar a sua vida por própria
conta.
Vamos a
aula.
v
· “Não se deleite nunca com as flores que o elogio prodigaliza...
...porque,
se em lugar delas você receber de vez em quando alguma pedra, por pequena que
seja,
... ela
lhe parecerá enorme e, sem dúvida, você dará um tamanho exagerado ao dano
sofrido.
Essas
flores fazem adormecer, produzem atordoamento.
As
pedras, pelo contrário, despertam.
O que é
melhor?...
“Sem
dúvida que as pedras, porque nos oferecem a oportunidade de transformá-las em
flores formosas. Isto é alquimia, e também uma das bases onde se apoia a
dignidade do homem.”
v
Logicamente há
da minha parte, um tom de brincadeira ao falar de alquimia..., mas também há
algo importante
Segue abaixo
a continuação de transformar pedras em flores formosas. Dentro de nós.
Observem
agora um exemplo sobre um defeito humano: A suscetibilidade.
· “Suponhamos, agora, que uma dessas deficiências seja a suscetibilidade, sinônima de melindre. É bem sabido que a pessoa que a padece se ofende no trato comum pelo mais insignificante motivo, e até sem nenhum, buscando inclusive pretextos que lhe concedam razões para responder de forma inconveniente aos que convivem com ela. O eficaz, pois, desde o instante em que se começa a enfrentar tal deficiência, é opor-lhe a antideficiência correspondente, neste caso a equanimidade. Isso significa que a equanimidade será o objetivo a alcançar, e nesse sentido se deverá pôr o máximo empenho. Aonde nos levará o cultivo da antideficiência? A precisar em nós o sentido da inalterabilidade. Ela dará maior equilíbrio a nosso juízo, mais clareza a nosso entendimento e, seguramente, nos acharemos muito acima das pequenezas que tão profundamente ferem nossa suscetibilidade.” DPSH pag.27. Raumsol.
v
Enfim, brincando ou não com a Alquimia, a transformação humana para um ser melhor, nos seus pensamentos e conduta desperta a atenção.
Essa
evolução consciente que realizamos por um ato de nossa vontade, dá um conteúdo a vida e
responde a célebre pergunta; O que eu vim fazer aqui na Terra?
Um abraço
aos meus amigos alquimistas.
Paulo Roberto
Pinheiro de Menezes.
OBS. leia sobre a Suscetibilidade no livro Deficiências e Propensões do Ser Humano. pag. 27
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