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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

A Alquimia. Os alquimistas


Alquimia. Os alquimistas 



Entre o século XII e o século XVII, os alquimistas daquela época, atraíram-me porque seus objetivos coincidiam com os meus e o de toda a humanidade através dos séculos. Quem não busca a imortalidade?

Paracelsius, Isaac Newton e até Hermes de Trismegisto tinham por objetivo, descobrir a Pedra Filosofal, criar o elixir da longa vida, transformar metais comuns em ouro, como também alcançar uma transformação espiritual interior.

Chamaram muita atenção pela Busca da Imortalidade e pelas tentativas de decifrar manuscritos enigmáticos. Vejam que os geniais hieróglifos egípcios transportaram os seus conhecimentos por milhares de anos e até hoje não foram compreendidos em sua profundidade.

A alquimia morreu? Não morreu é segue até hoje no aspecto da transformação do ser humano dentro de si, no seu mundo interno imaterial. Vejamos um exemplo:

Aula proferida no século 20. 

Alquimia. Como transformar pedras em flores formosas. 

Docente: Mestre Raumsol. Vide livro Bases para tua conduta.

Objetivo: ensinar o ser a evoluir e se modificar: Observe que não são frases apenas bonitas. São palavras criadoras que lhe orientam a mudar a sua vida por própria conta.

Vamos a aula.

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·        “Não se deleite nunca com as flores que o elogio prodigaliza...

...porque, se em lugar delas você receber de vez em quando alguma pedra, por pequena que seja,

... ela lhe parecerá enorme e, sem dúvida, você dará um tamanho exagerado ao dano sofrido.

Essas flores fazem adormecer, produzem atordoamento.

As pedras, pelo contrário, despertam. 

O que é melhor?...

“Sem dúvida que as pedras, porque nos oferecem a oportunidade de transformá-las em flores formosas. Isto é alquimia, e também uma das bases onde se apoia a dignidade do homem.”

    v   

Logicamente há da minha parte, um tom de brincadeira ao falar de alquimia..., mas também há algo importante

Segue abaixo a continuação de transformar pedras em flores formosas. Dentro de nós.

Observem agora um exemplo sobre um defeito humano: A suscetibilidade.

·         “Suponhamos, agora, que uma dessas deficiências seja a suscetibilidade, sinônima de melindre. É bem sabido que a pessoa que a padece se ofende no trato comum pelo mais insignificante motivo, e até sem nenhum, buscando inclusive pretextos que lhe concedam razões para responder de forma inconveniente aos que convivem com ela. O eficaz, pois, desde o instante em que se começa a enfrentar tal deficiência, é opor-lhe a antideficiência correspondente, neste caso a equanimidade. Isso significa que a equanimidade será o objetivo a alcançar, e nesse sentido se deverá pôr o máximo empenho. Aonde nos levará o cultivo da antideficiência? A precisar em nós o sentido da inalterabilidade. Ela dará maior equilíbrio a nosso juízo, mais clareza a nosso entendimento e, seguramente, nos acharemos muito acima das pequenezas que tão profundamente ferem nossa suscetibilidade.” DPSH pag.27. Raumsol.

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Enfim, brincando ou não com a Alquimia, a transformação humana para um ser melhor, nos seus pensamentos e conduta  desperta a atenção. 

Essa evolução consciente que realizamos por um ato de nossa vontade, dá um conteúdo a vida e responde a célebre pergunta; O que eu vim fazer aqui na Terra?

Um abraço aos meus amigos alquimistas.

Paulo Roberto Pinheiro de Menezes.

OBS. leia sobre a Suscetibilidade no livro Deficiências e Propensões do Ser Humano. pag. 27