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domingo, 22 de setembro de 2019

Frente a imensidão Universal, não tenho idade, sou invisível e atemporal.




Frente a imensidão Universal, não tenho idade, sou invisível e atemporal.

Desde os Egípcios busca-se a eternidade.
Já são cinco mil anos sem respostas concretas. Teorias, crenças e ficções já temos demais, sem satisfazer ainda, a consciência humana. Essa falta de certeza causa um desassossego, uma inquietação nas vidas de muitos.
Fui convidado para vir a Terra e aqui estou eu, caminhando em um planeta de 4,54 bilhões de anos. Olho para o céu e as estrelas com idade de 13,7 bilhões de anos, vejo as árvores que beiram os 300 milhões de anos e eu, com uma idade astronômica tão infimamente pequena, que posso dizer que é nenhuma, quase zero dentro do Universo. Além do mais, tudo é tão extraordinariamente imenso que sou invisível, um nada mas, paradoxalmente, por incrível que pareça, estou vivo e com consciência. Em resumo sou uma entidade sem idade, invisível e atemporal
Devo ser alguma forma de energia fora do tempo terrestre. Faço parte dessa imensidão, pois vibro na mesma frequência: eu extasiado com essa Eternidade e dela recebendo energia que me dá a vida. Algum dia a vida ir-se-á e eu, que sou a energia, seguirei junto com a Eternidade Mãe que me criou.
Tudo tem uma razão de ser porque tudo no Universo cumpre uma função e obedecem às Leis.
Eu e todos nós também.
Formas de energia pensantes e sensíveis não foram criadas para vir dar um passeio aqui no planeta.
Deve ser por algo genial.
Então para não cansar ninguém, continuo refletindo no próximo blog

Paulo R P Menezes.

logosofia.org.br

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Reflexões sobre frases famosas" O primeiro pecado da humanidade foi a fé; a primeira virtude foi a dúvida" Carl Sagan.

Wikipédia.

Reflexões sobre frases famosas" O primeiro pecado da humanidade foi a fé; a primeira virtude foi a dúvida" Carl Sagan.

A dúvida fez a humanidade avançar. Movimenta a inteligência humana a buscar as soluções

A fé, fruto da inculcação e da doutrinação, paralisou a mente humana por dois mil anos. As mentiras e as aberrações são aceitas como verdades por séculos, sem reflexão alguma.

Voltemos no tempo, no ano de 1940. Nesse momento, milhares de mães imploram a Deus, em suas rezas e idas as igrejas, pela vida de seus filhos doentes e infeccionados por bactérias. Os filhos acabam morrendo e seus rogos não são atendidos por Deus. Deus mesmo não atendeu essas milhares de mães.

Surge Alexander Fleming e a penicilina. Durante a Segunda Guerra Mundial, a penicilina salvou a vida de milhões de soldados feridos, combatendo as bactérias, nos campos de batalha, para a grande felicidade de seus parentes, independente da religião que seguisse.

Se existe o milagre, quem realizou foi a ciência. Deus está no saber e não na crença. Independentemente de qualquer religião, repito.

Não é questão de salvar milagrosamente um leproso e fazer andar um aleijado apenas e mais  três ou quatro milagres. É fazer o milagre de salvar bilhões de pessoas até hoje e ensinar a fórmula para que outros fizessem o milagre.

Existir apenas um filho de Deus é pouco.

Os filhos de Deus estão nos que buscam a sabedoria e o amor. Os que avançam da dúvida até o saber, libertando-se das crenças, as que as dúvidas justamente paralisam. Além de ajudar aos demais.

Paulo R P Menezes

segunda-feira, 21 de maio de 2018

A DUALIDADE DO SER HUMANO: FÍSICA E ESPIRITUAL.



                                   A DUALIDADE DO SER HUMANO: A FÍSICA E A ESPIRITUAL.

Vive-se a física e esquece-se a espiritual.

A espiritual é esquecida porque é muito subjetiva.
Imaginam que, depois da morte física, nos tornaremos espírito.
Crasso erro.
Não foi ensinado que se é, em todos os momentos, espírito e físico.
Sendo assim, esquecido, o próprio espírito que existe em cada um se ressente e não atua.
Perde-se imensa oportunidade e energia, inclusive alegria,e felicidade. Ânimo para viver.
O ser humano vivendo só a vida física, mesmo aparentando força e poder, não é assim.
A natureza humana é frágil.
Só vivendo a vida física o ser humano é, além de frágil, preocupado, assustado com o futuro, sem contar as amarguras, os desentendimentos e os problemas Perde-se com a idade a alegria, pois a que se tem é fugaz e passa. Passa como a própria vida
Vivendo, olhando para dentro e vendo que tem espírito, a vida ganha outro fulgor.
A energia do espírito é imensamente maior do que a vida vivendo só como humano.
Energia que nos sustenta na luta pela vida, que faz reverdecer as esperanças, eliminar o pessimismo e vencer as dificuldades. Retorna a alegria de viver, quando se busca o próprio espírito, pois a mesma adquire um conteúdo maior porque vemos, que temos dentro, a nossa própria eternidade que nunca morrerá.
Nós somos como um foguete de dois estágios, daí a dualidade. O primeiro estágio nos levou para conquistar um curso superior e ou, sermos bons profissionais. Temos que aprender a acionar o segundo estágio. Necessitamos de muito mais energia.para viver. São muitos os problemas, sem contar os existenciais.
Vendo e vivendo gradualmente essa realidade descrita, nada custa o leitor averiguar
O que escrevo é um pálido esboço de uma imensa realidade, repito, que cada um poderá encontrar no livro “O Espírito”, em www.logosofia.org.br. Baixar esse livro é gratuito.
Leia sem prevenções pois não existe a mínima religiosidade e não está baseado em nenhuma filosofia existente até o presente.
Fica o interrogante.
Porque nosso espírito não “baixa,” como ouço por aí, porém em nós mesmos?
Paulo R P Menezes

segunda-feira, 5 de março de 2018

A montanha da Vida


                                    
                                  A montanha da Vida.


Muitos pensam que a Vida é para se ir vivendo. Não é assim.
A vida tem seus mistérios ocultos e os maiores cientistas e filósofos não desvendaram.
A partir do momento que se nasce, compara-se o início com uma planície maravilhosa e segue assim na infância e na adolescência.
A partir da juventude o terreno vai inclinando e o caminhar já necessita de um esforço.
Quando chega a vida adulta, os trechos começam a ficar íngremes e com um pouco mais de idade, aparece ao fundo a montanha que, inexoravelmente, terá que ser  escalada.
Então a vida, a partir daí, há trechos duros e pensa-se: Será que consigo escalar?
Lá no alto da ladeira vê-se que muitos não sobem mais. Estão escorregando para baixo!
Por incrível que pareça, em vez de se ajudarem a subir, muitos complicam a vida do outro!
Então surge a parte rochosa da montanha que exige certa perícia!
Alguns começam a achar que a vida não vale a pena. Um tédio e um desânimo que não se sabe explicar e alguns perguntam: O que eu vim fazer aqui nesse Planeta?
Apesar disso se agarram a terra e as rochas porque próximo  desse Cume da montanha, abre-se o espaço infinito, desconhecido e misterioso...além da Vida, porque após o o topo não existe mais vida física.
Disse um filósofo que com todo o ouro do mundo não se compra o acesso, com alegria e felicidade, aos pontos elevados.
Sem dúvida para viver necessitaremos ser alpinistas.
Eu, quando tinha 20 anos, ouvi essa história e levei à sério e tomei algumas precauções. Afinal iria ficar velho fisicamente e queria cobrir esse Caminho com o maior êxito possível.
Nessa época uma “voz” me disse: “Quem não tem um ideal leva a morte sobre os ombros”.  Pensando assim compreendi que quanto menos peso melhor, não?
A voz, prosseguindo, afirmou: “Seus defeitos e deficiências são  como uma mala cheia de pedras”.
Então pensei que tinha que levar mais a sério ainda, pois precisava ser mais leve.
Procedendo assim, terminou a vida? Não se preocupe. Alguém lhe dará um par de asas imaterial.
Poderia me estender, já que existe outros conhecimentos (1) interessantes que fortificam a vida, realmente.
A vida é uma experiência mística e alecionadora. Não é o tal inferno que alardeiam.

Paulo R P Menezes
(1) conhecimentos de González Pecotche.

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

“A culpa é do outro”! Muito cuidado...

                                                     “A culpa é do outro”! Muito cuidado...

Existe um pensamento pior que a bomba atômica em termos de destruição da convivência humana: “A culpa é do outro! ”
Destrói milhões de relacionamentos, amizades, casamentos, desde o ocidente até o oriente.
Vou trazer algumas reflexões para quem está lendo:
Um dos astronautas, famoso, na saga das viagens à Lua, exclamou desde lá: “ A Terra é azul! maravilhando o mundo.
Um filósofo, vendo a Terra, do ponto de vista do ambiente imaterial e psicológico que a envolvia descreveu o seguinte:
“O planeta Terra é o mundo onde imperam os pensamentos”. Os pensamentos, muitos deles negativos imperam no orbe.
Frente a força dos pensamentos que comandam os desentendimentos e as guerras, o ser humano é um mero marionete ou um androide.
O pensamento; “A culpa é do outro” é um mal similar a peste negra que grassou na Idade Média, no Leste e no Oeste, dizimando as populações.
Famílias, casamentos, amizades sucumbiram frente a esse pensamento.
Posso assegurar que o “mesmo” destruiu dezenas de milhões de relacionamentos ao longo de 2000 anos de nossa “Cultura Ocidental e Oriental”.
Terá que se levantar uma força enorme do bem, contra esse pensamento:
A paciência e a tolerância com os defeitos alheios e, ao mesmo tempo, cuidar cada um dos seus próprios defeitos é a concepção que cada ser humano terá que adotar para não sucumbir a tamanha destruição social que esse pensamento monstruoso ocasiona.
Não pense que esse problema se resolve facilmente. Há  que se realizar um processo individual de compreensão, porque irá demorar a anulação de um pensamento tão nefasto como esse. Todos juram de pés juntos que não tem culpa nenhuma e o culpado são os demais, repito.
A verdade é que cada um deve cuidar dos seus defeitos e tirar o foco do defeito alheio.
Não estou falando das aberrações onde realmente deve-se tomar providências, em ambientes em que reina a ignorância e a violência, mas a porcentagem é muito ínfima.
Na imensa maioria dos vínculos existe a solução, salvando o que é sagrado: os sentimentos, o afeto, a amabilidade, a serenidade, a bondade, a ternura, etc., que devem reinar nas convivências mútuas.
Não é uma teoria que estou aconselhando para os que me leem.
Eu, particularmente luto contra esse pensamento dominante ao longo de décadas.
Como muitos sempre me achei uma pessoa muito boa, sensata e, que os demais é que eram os culpados. Eu merecia ir para o céu.
Confesso que, após muitas dificuldades de enxergar o meu interno, não sou bom.
Foi muito importante ver essa realidade. Foi um início para salvar muitos relacionamentos ao longo dos anos.
Foi difícil conviver com pessoas que achavam que eu era o culpado e me calar e não acusá-los e, ao mesmo tempo pensar: vou ter tolerância e paciência e cuidar da minha vida, dos meus defeitos e procurar ser melhor.
Aprender a ouvir, falar e principalmente a calar! Mesmo frente a injustiças!
Calar!  Ficar sereno porque no final a verdade aparece.
Eu pergunto: porque ficar tão magoado, tão irritado com coisas tão bobas que argumentam.
Deu um excelente resultado.  Eu era o culpado por não ter paciência e compreensão com os defeitos dos demais.
Se você se desarma, pode esperar: em pouco tempo o oponente (quem você tem um grande afeto), se desarma também: Ele percebe!
Salvei relacionamentos, mas não se iludam. Estou apreendendo. Sofro muito a pressão desse pensamento destrutivo e irracional: “ A culpa é do outro!

Como vale salvar um casamento! Uma amizade! Quantos males serão evitados no futuro! Quanto alívio proporciona à vida! A questão é seria.


Paulo R P Menezes

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

O mito da morte da vida e da existência.

O mito da morte da vida e da existência.
Será que eu seguirei vivo ou será que vou morrer para sempre?
Após a vida continuo vivo?
Quando estou quieto, nos momentos de silêncio, longe do barulho do mundo, comigo mesmo, algo diz que sim. Falta a certeza.
Por que, apesar da minha crença dizer que sim, a cultura também e a sociedade, persiste essa dúvida atroz?
O que eu tenho que fazer para ter a convicção absoluta que sobreviverei a morte?
Por que não sei nada ou muito pouco da vida após a morte?
Não seria bom existir para sempre num mundo maravilhoso?
Não em um mundo absurdo do descanso eterno, mas trabalhando para o bem do universo?
Sem prazos de tempos, sem data para correr os espaços, onde se respira o amor?
Onde não existe o dia e a noite e onde se pensa sempre em construir com serenidade?
Se, daqui da Terra, eu concebo essa realidade do infinito, será que essa é a verdade?
Vale a pena conquistar todos os bens, aqui mesmo na Terra e ao mesmo tempo se dedicar a se saber que existe?
Eu, com 20 anos, queria ficar rico, benquisto e famoso. Muito bom. Entendi por bem algo fantástico: Correr atrás do que era tudo para mim - minha existência.
Convido a todos a pensar nesses aspectos grandiosos.

Paulo R P Menezes.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Workshop interessante: "A vida e seus mistérios"

Trataremos dos seguintes temas que seguem abaixo como auxiliares da reflexão.
Não é teste do ENEM , não existe certo nem errado e não será para ser mostrado para ninguém.
Apenas para orientar a reflexão de todos que participarem e tiverem interesses por esses temas.

WORKSHOP “Vivendo Logosofia”  A vida e seus mistérios          8 de julho de 2017
16:30 às 18 horas

1.      Sobre a vida humana, você pensa que:
  1. É só ir levando trabalhando e se divertindo.
  2. É bom pensar em Deus de vez enquanto.
  3. É boa, mas tem fatos desagradáveis.
  4. O futuro é incerto.
  5. É algo muito importante.

2.      Frente aos problemas da vida.
  1. É a parte chata da vida. São desanimadores.
  2. Viemos aqui para sofrer.
  3. Temos que pedir a Deus para nos ajudar.
  4. São para serem superados. São para o nosso aprendizado.
  5. Quanto mais conhecimentos temos, menores são os problemas.

3.      A vida e o nosso destino.
  1. Nosso destino está escrito.
  2. Não sei para onde vou após a morte.
  3. Devo ir para o céu porque sou uma boa pessoa.
  4. Eu determino o meu destino.
  5. Não existe vida após a morte.
  6. Existe vida após a morte, mas há alguns mistérios para esclarecer.

4.      A vida frente a Deus.
  1. Deus não existe.
  2. Deus existe. Somos entidades criadas por ele.
  3. Deus abandonou o mundo, daí tanto sofrimento.
  4. Deus existe. Criou-nos para sermos felizes.
  5. Deus deu a oportunidade de sermos felizes por nossos próprios méritos.
  6. Sobre a alternativa “e”... como realizar amplamente essa afirmação?

5.      A vida frente ao Universo.
            O Universo foi criado em 2 partes: a física e a imaterial.
No físico: temos a Terra com seus oceanos, a maravilhosa vida vegetal, animal e humana, o Sol, os planetas e as bilhões de galáxias e estrelas
            No mundo imaterial: temos as Leis Universais que governam o Universo, o nosso mundo interno com nosso sistema mental, sensível e instintivo. Os nossos pensamentos e nossos sentimentos; sentimentos tais como bondade, ternura, afabilidade, generosidade, gratidão, docilidade, suavidade, tolerância, serenidade, alegria e felicidade, que se resumem, todos, em um só: AMOR.
Refletindo sobre esse texto posso afirmar que:
  1. O texto está correto.
  2. O texto está errado.
  3. O currículo escolar não ensinou sobre a face imaterial do Universo.
  4. O texto é muito enigmático.
  5. Precisamos criar esses valores em nós.
  6. Se aprendermos a criar esses valores em nós, daremos outro conteúdo a vida.
  7. Posso mudar o mundo criando esses valores imateriais em mim.  Assim me aproximo de Deus que é amor também.

6.      Ainda frente a vida.

  1. Apesar das coisas boas, a viva parece-me vazia
  2. As vezes não gosto da rotina, do tédio e do fastio.
  3. Estou insatisfeito, mas não posso revelar para ninguém, pois depõe contra mim.
  4. Estou satisfeito com minha vida: estou bem profissionalmente, relaciono-me bem, sempre viajo e não tenho medo da morte.
  5. Tenho que aparentar para o mundo que vivo bem.
  6. Algo dentro de mim me faz procurar por onde me encaminhar.
  7. Queria viver melhor, mas vai tirar-me da minha rotina e dar muito trabalho.
  8. Afinal existe a possibilidade de vivê-la melhor?
Estão convidados, à Rua Chagas Santos, 594, São Paulo-SP.

Com muito prazer.
Paulo R P Menezes.