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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Os filhos da Terra e os filhos da Criação.

Os filhos da Terra e os filhos da Criação.

Quando ouvi essa Voz era ainda jovem: “Os filhos da Terra e os filhos da Criação” Algo vibrou nas profundezas de mim mesmo.
Perguntei-me de quem sou filho.
Lembrei-me de Sócrates no “Conhece-te a si mesmo”.
Senti que o conhecimento de si mesmo alcançava profundidades inimagináveis, muito distante da superficialidade que a generalidade do mundo atribuía a esse desiderato.
No meu interno surgiu então,  uma inquietude...Escolha a opção: Filhos da Terra ou filhos da Criação. Veja a seguir.
Dentro da imensidão de infindáveis bilhões e bilhões de anos terrestres, eu viverei com um Terráqueo de vida ínfima de meras dezenas de anos, os filhos da Terra... ou respirarei, aqui na Terra mesmo, sentindo-me indissoluvelmente integrado à palpitação da existência Universal, como um ser Cósmico?
Faça a sua escolha!
É tão simples. É uma questão de pensar no Todo e em todos os humanos ou pensar apenas em si mesmo, apenas em sua vida, no seu mundo familiar, seu mundo profissional, seus divertimentos, enfim...
É uma questão também de se consubstanciar com a vida universal conectando o meu pequeno mundo interno, limitado, com a imensa grandeza do Universo material e imaterial metafísico.
Logicamente, não é só uma questão de afirmar: “eu sou filho da Criação”. A “Voz” sugere uma mudança de conduta e de comportamento, mudança no próprio mundo interno e no diário viver dia após dia.
Sabemos, recorrendo ainda a Sócrates, revertendo o olhar para dentro, que algo nos diz que fomos criados para viver com grande ânimo e com alegria de viver, apesar dos problemas e dificuldades que serão, mais dia ou menos dia, superados inexoravelmente. Depende de nós sendo filhos da Criação.
Dar a própria vida, com palavras e atos, um conteúdo.

Paulo R P Menezes.

PS: O título do artigo é de pertinência de Carlos B G Pecotche.

sábado, 2 de julho de 2016

A vida e o espectro absurdo da morte.


Eu era criança e sinceramente nunca me afligiu que eu iria morrer um dia porque, simplesmente, eu olhava dentro de mim e não existia a morte.
Com o fim da adolescência, em determinado dia, aconteceu o pavor. Eu morreria. Que coisa ruim não?
Vivia tão feliz no mundo dos imortais e, de uma hora para outra, essa desgraça.
Era extremamente desagradável conviver com essa realidade.
Fiquei sem opção. Teria que correr atrás da minha imortalidade de novo.
Foi um verdadeiro inferno.
A imortalidade tem uma lógica, eu pensei. Alguém me deu consciência e com ela mesma, olhava para o céu à noite e observava a natureza fantasticamente eterna e maravilhosa...menos eu. Será que não faria parte também dessa eternidade?
Isso era tudo para mim! Resolvi dedicar toda a minha vida nessa descoberta...
Afinal, qualquer tesouro material, por melhor que fosse, seria ínfimo frente a essa realidade.
Eu queria fazer parte do Todo e não ser apenas um mero Terráqueo.
Comecei a pesquisar em vários lugares, nas filosofias e religiões do ocidente e do oriente, já na juventude.
Tomei contato com centenas que juravam saber da existência da vida após a morte e que descreviam detalhes deslumbrantes ou aterradores desse outro mundo.
Não adiantava. Achava que havia muita ficção, muita invenção.
Você leitor, eu pergunto, serve para alguma coisa eu afirmar que existe essa vida eterna, ou não existe?
Claro que não. Eu queria, como você também quer...eu mesmo, nós mesmos sentimos que existimos.
Esse vazio, ninguém, por mais convincente que fosse, preencheria. É tarefa de cada um.
Descobri com certo desapontamento, que era uma questão que afligia milhões de seres humanos igualmente.
Mesmo os que acreditavam, através dessas mesmas religiões e filosofias, nesse mundo metafísico...a dúvida, no fundo deles, os carcomiam.
Li que os cientistas também buscavam esse tremendo mistério, pesquisando nossas origens nos primatas, querendo descobrir o nosso elo desde a nossa criação com o nosso criador.
Em certo dia, não posso dizer que não fui ajudado, através de uma ideia assombrosa, abriu-se um portal.
Todos procuravam a eternidade “por fora”de si mesmo.
Afinal o tal mundo que se viveria sem precisar “do corpo” não já existia dentro de mim?
Eu não sou composto de um mundo interno onde os pensamentos e sentimentos independem desse mundo físico?
Eles vivem sem tato, sem sabor, sem audição, sem visão e sem cheiro.
Eu já não tinha parte desse mundo que eu ansiava tanto que existisse, dentro de mim?
O caminho não seria então, buscando por dentro e não por fora?
O assunto é extenso e não quero cansar ninguém. Continuarei no próximo artigo.

É questão séria. A felicidade e a nossa alegria dependem muito da elucidação desse segredo.

Paulo R P Menezes. 

quarta-feira, 23 de março de 2016

A geração da justiça e da valentia.


 A geração da justiça  e da valentia.

Perguntaram a um pensador como seria a humanidade do futuro:
“Menos agressiva e mais valente para adotar as soluções que os problemas exigem”(1)

Há 50 anos surgiu em mim o ideal de mudar o mundo.
Um dia li que “quem não tem um ideal leva a morte sobre os ombros” (1).
A minha geração e as anteriores não tiveram essa força e, com exceção de fatos isolados, em vez de um avanço, entramos numa decadência ética, moral e espiritual.
Procurei manter através do tempo essa luz acesa dentro de mim porque é um propósito irrenunciável, mas fui me preparando para não presenciar nenhuma boa perspectiva ao longo do mesmo. Triste, não?
Chegou uma nova geração. A que é da idade das minhas filhas. Jovens que estão hoje em torno dos 30 aos 45 anos. É a geração que emerge em posição de decisão dentro da sociedade.

Vou abrir um parêntesis.

Charles Darwin, no século XIX, demonstrou que existia na Natureza a Lei de Evolução. Foi uma revolução nos conceitos Europeus, a partir de Londres.
 Lei que rege todo o universo inclusive o homem , na sua conformação biológica, psicológica e espiritual. PS:  Sabemos hoje.
Querendo ou não, tudo irá evoluir e se aperfeiçoar conforme a Ciência vem demonstrando em milhares de fatos do Universo, há bilhões de anos.
O ser humano é o único que tem a prerrogativa de acelerar essa evolução ou detê-la causando seu próprio infortúnio e desdita. Afinal ninguém contraria o Cosmos impunemente.
Onde veríamos afinal essa evolução natural? Nas gerações que chegam de 20 a 25 anos.
Uma que chega sendo melhor que a anterior que se vai.
O lamentável é que a civilização ocidental anda na contramão faz tempo. Como ninguém se entende, entrou em um marca-passo. Ocorreu, então, o inverso: decaiu.

Voltando ao assunto:
Sendo assim, digo até com assombro,  que ocorreu o inesperado, o inacreditável.
Pela primeira vez, vi surgir nessa nova geração, uma surpreendente energia .
Ela partiu para cima do Mal que é, em resumo, o crime, a corrupção, etc,  acertando golpes bem no cerne, no inatingível Olimpo dos Deuses terrestres com suas doentias ambições de bens e de poder.
É inacreditável a valentia que não tiveram as gerações que as precederam.
Surgiu nas entranhas dessa nova geração que está chegando ao poder, a força que a colocou num novo patamar moral e ético.Afinal, é a manifestação dessa tão citada lei de evolução.
 As repercussões se alastraram para os demais milhões de componentes da mesma  e penso que alcançará meus netos, modificando o futuro sombrio.
Fatos alecionadores como os que estão ocorrendo na atualidade contém a imensa força do exemplo que influenciará as gerações vindouras. Não é mais a questão de “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”
Se eu morrer amanhã e nada mais acontecer, já fiquei feliz de ter assistido “a maior investigação de corrupção na história do Brasil.”
Esses fatos restabelecem numa fase inicial,  a fé no futuro da humanidade que todos tinham perdido, não só no Brasil, mas no mundo.
A questão, então é acelerar essa evolução que se procede lentamente.Vamos aproveitar a boa maré alta da Lei Universal de Evolução.
“Conseguir que as gerações futuras sejam mais felizes que a nossa, será o prêmio mais grandioso a que se possa aspirar. Não haverá valor comparável ao cumprimento dessa grande missão, que consiste em preparar para a humanidade futura um mundo melhor”. CBGP.(1)
Paulo R P Menezes.
NR: Sabemos que ninguém é perfeito, mas é um começo.
Esse artigo é apartidário, pois todos os partidos políticos e as maiores empresas foram afetados.

(1)    Citações em logosofia.org.br

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Reflexões sobre frases corriqueiras: “É DIFÍCIL VIVER COM AS PESSOAS PORQUE SÓ SE SABE VER O DEFEITO ALHEIO E NÃO SE VÊ O PRÓPRIO”


Interessante que esse é um problema que tem 3.000 anos. Vem da época do fim da civilização Egípcia, perdurou na Grega e no nascimento da civilização greco-romana.
Desde épocas remotas vem destruindo o relacionamento de países, famílias e de muitos, individualmente.
A solução é simples, mas ninguém descobriu. Nem Freud.
Insistiram em estudar os efeitos e não foram nas causas que residem nas névoas e nos segredos, que não penetraram, do mundo metafísico, mundo da própria Criação.
O pensamentos negativos são vivos e inteligentes e iludem nossa observação pessoal.
São que nem camalões que encobrem suas intenções malévolas tomando a cor da pedra ou da árvore onde se encontra. (1). Então, não vemos nossos defeitos.
Não aprendemos ver  camaleões no nosso interno.
Daí perdurarem séculos, prejudicando gerações após gerações humanas.
Quantos pensamentos negativos que, nós mesmos ansiando para dormir à noite, já na cama, causaram-nos noites de insônia com seus “argumentos” violentos tirando-nos o sossego!
Mesmo querendo calá-los, insistiram dialogando conosco, até esgoratarem nossas energias!

Paulo R P Menezes


(1).  Vide em “Deficiências e Propensões do Ser Humano” , da pg 9 a 16,  livro que pode-se  “baixar” gratuitamente em www. logosofia.org.br.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Eu sei que vou morrer, mas não acredito!


Eu sei que vou morrer, mas não acredito!


Interessante. Quando eu era pequeno eu era eterno. Durou até aos 18 anos, fim da adolescência.
Por que se preocupar nessa época? Eu sentia dentro de mim que eu existia.
Era uma vida maravilhosa onde, com um colorido infantil, eu até voava...bastava fechar os olhos. As brincadeiras, as viagens onde na véspera nem dormia, meus primos, a minha “casa” que queria construir em cima da árvore e enfim, era como se eu tivesse uma varinha mágica que transformava os fatos mais simples em vivências encantadoras.
A surpresa foi na juventude. Foi-se apagando as imagens infantis e deparei-me com uma realidade que não gostei. O mundo era provisório inclusive para mim. Sumiu minha imortalidade.
Foi a fase que tinha temor de pensar nisso. Afinal cursando a faculdade de engenharia e as festas eu ía levando.
Casei, nasceram minhas filhas, tinha pai e mãe... e todos provisórios. Ruim não?
Resolvi enfrentar a tal morte. Tinha que pensar nessa opção muito a contragosto.
Se não havia morte quando pequeno haveria então algum fundo de verdade.
Se eu tivesse alguma religião como os espíritas e os cristãos, mulçumanos e judeus era fácil. Todos dizem que há uma continuidade após a vida física aqui e seria uma questão de acreditar, mas a dúvida persistia. Eu queria, não uma crença, mas uma certeza! Sem fantasias.
Se existe Deus, deveria existir uma lógica genial, um sentimento e um amor imenso que, afinal  justificaria a nossa existência após a morte, pois quem criou a vida criou também a nossa existência vencendo a morte, com a mesma genialidade que criou as galáxias, estrelas e o universo sem início e sem fim.
Se existe a existência eu deveria sentir essa coisa maravilhosa dentro de mim aqui e agora sem ter que esperar a morte para comprovar! Nada de promessas de existência.
Quem me falou dessa frase: “Eu sei que vou morrer, mas não acredito”! foi um amigo que igual a mim, sabemos que irá acontecer, mas é inconcebível!!!
Sei muito bem que não adianta falar para quem me lê:
Existe a existência!
Ou afirmar:
Não existe a existência! Tudo termina aqui!
Não satisfaz. Ninguém irá acreditar em mim. Nem no sim e nem no não.
É algo muito individual.
Posso dizer que uma das imensas razões de estarmos vivos é para descobrirmos que existiremos com certeza e convicção absoluta.
Existe um caminho para que essa realidade se plasme dentro de nós, gradualmente.
Não acredite em nada do que escrevi, mas o próprio Criador gostaria que conquistássemos e sentíssemos essa realidade maravilhosa que ninguém consegue falar por nós...nem filosofias e religiões...só nós mesmos nas profundezas do nosso ser interno. 
Nem Deus mesmo porque delegou essa conquista para os humanos adultos escaparem da morte pelos seus próprios méritos.
Coisas que sentimos na nossa infância onde reinava o pensamento de Deus, um mundo maravilhoso... dentro de nós. Os valores da infância apontam para o caminho.
Luz no fim do túnel.


Paulo R P Menezes.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

A fantástica estrela verde

A fantástica estrela verde.
A minha mãe se deitou à tarde, no sofá da sala, junto a uma grande janela, onde se via o céu azul. Antes do por do sol.
Ela, com seus pensamentos, durante esses dias, estava vivendo momentos de grande aflição em relação a acontecimentos desagradáveis que ocorreram. Minha mãe já tem uma idade avançada.
Nesse momento, sem saber direito se estava acordada ou dormindo, se estava sonhando ou estava lúcida, viu nesse céu da janela uma estrela verde.
Extasiada com a visão, com assombro, percebeu que a estrela verde vinha em sua direção e a  tal estrela mesma foi chegando...chegando...chegando para perto dela até encostar no seu colo.
Foi tal a sensação maravilhosa e o deslumbramento que esse “astro” que veio do céu causou, que emocionou-a e afinal quando tudo se dissolveu, o verde ficou nela.
A aflição cessou! Começou a ver a dificuldade com enorme força e sensibilidade e voltou-lhe a esperança. Lógico que sonhou ali em segundos.
Estava envolvida pela adversidade e rompendo essas muralhas escapou para uma visão superior muito mais animadora. Dizem que o verde é a esperança.
Eu, como filho ouvindo esse relato, fiquei muito feliz. Afinal é minha mãe,
Minha mãe, quando eu era jovem com 20 anos, fez de tudo, mas de tudo mesmo, para que eu procurasse horizontes mais amplos do que uma simples vida limitada por poucos anos anos de vida física, comparada com os bilhões de anos da Criação enfim, com o infinito do Universo.
Seu pensamento que era guiado por coisas muitos grandes que ela descobriu e eu desconhecia, encarnou em mim.
É lógico que fica a pergunta: Onde ela descobriu? Que ciência e que autor lhe inspirou? Que ensinamentos lhe deram tanta energia para insistir tanto em transmitir para os filhos?
Não irei revelar porque não sou pregador e não quero influenciar ninguém.
Irei concluir com o seguinte:
O sonhos e esses “entresonhos” onde não se sabe, na hora de dormir, se estamos acordados ou dormindo vem dos primórdios da humanidade.
Nas minhas pesquisas sobre a história da humanidade, os seres que viviam em cavernas pensavam que nós éramos dois seres: enquanto um dormia, o “outro” saia do corpo e viajava na imensidão e voltava, ao acordar, para contar o que tinha visto na “viagem” para o que ficou dormindo.
Com o avanço que a partir do século XX, ocorreu no conhecimento de si mesmo, tenho a grande convicção que os cientistas e pesquisadores terão que rever, mais cedo ou mais tarde, tudo o que foi dito na nossa cultura, nos últimos 3.000 anos sobre os sonhos e outros inúmeros conceitos.
Está “na cara” que além do físico, somos uma imensa potência espiritual também, a tal ponto que, quando ativada no dia a dia, nos transforma em seres fortes, animados, valentes e felizes para viver e superar problemas. Como minha mãe.
Quantos me relataram que encontraram soluções para suas dúvidas nos sonhos!
Quantos, em sonho, descobriram até uma chave do automóvel que tinham perdido!
E outros, como Giordano Bruno, em sonhos, viajaram no Universo e descobriram que a Terra não era o centro do Universo?
E meu amigo que resolveu sonhando um problema de matemática que, quando estudávamos durante o dia, não tinha solução? Acordou e falou: Achei!
E os que me contam que, sonhando estiveram presentes em um mundo maravilhoso, imaterial onde sentiram que reina o amor de Deus?
Enfim, vendo no seriado e vídeo da série "Cosmos" uma afirmação sobre as descobertas na Criação:
“Questione, questione tudo...e terá como resultado o mistério do Universo aos seus pés”.

Esse simples conto é uma homenagem de eterna gratidão à minha mãe.


Paulo R P Menezes.

sábado, 5 de setembro de 2015

Meu avô e o bem à Humanidade.

Meu avô e o bem a humanidade


Afinal fui a Natal, Rio Grande do Norte. Terra dos meus ancestrais por parte de mãe.
Viagem de turismo em parte.
Descobrimos que nossa origem familiar vem do ano de 1650, vindo ao Brasil com Maurício de Nassau e os Holandeses.
Meu bisavô é nome de uma escola lá no meio do sertão.
O meu avô, José Potiguar Pinheiro, foi um dos criadores do ABC Futebol Clube em 1915, que completou 100 anos.
Éramos judeus, nesses anos de 1600, que fomos convertidos ao catolicismo através dos tempos. Hoje não somos uma coisa nem outra, mas sabemos que existe um Deus da eternidade acima de tudo. Meu avô pensava assim também na época dele.
Esse ABC é como um Flamengo ou Corinthians lá e, quando, conversando com uns e outros, atraiu muito a atenção quando souberam que eu era seu neto.
Até aí...normal.
José Pinheiro, nesse ano de 1915, junto com um grupo que formou um Conselho, resolveu criar essa agremiação e sugeriu que o nome do Clube se chamasse ABC, que foi rapidamente aprovado por unanimidade e passou para a História. Tornou-se o primeiro vice-presidente. Vide no Google. Por que?
ABC são as iniciais de Argentina, Brasil e Chile que, na época assinaram um tratado de amizade e cooperação importante e esse meu avô considerava fundamental a união dos países não só da América do Sul como de todo o mundo. Era a época da 1ª guerra mundial.
Estendeu seu sentimento para fora de si mesmo, da sua família, do Brasil, alcançando a Ámérica do Sul.
É apenas um clube de futebol, mas o seu nome é um ato simbólico que representa um altruísmo com o objetivo de criar união e bons sentimentos recíprocos entre países.
Fiquei feliz porque são poucos os que batalham e pensam na felicidade mundial que é o que falta em nossos dias.
Compreendi duas coisas. A primeira é porque que muitos de minha família se empenham por um planeta melhor já que o pensamento do meu avô foi transmitido através das nossas gerações.
A segunda é que descobri que esse é o ideal e o anelo dos jovens e adultos também em geral, de todos nós e, agora nesse século XXI, estamos aprendendo como iremos transformar um ideal em realidade.
É uma grande causa que temos que incorporar às nossas vidas, indo além dos nossos problemas cotidianos e talvez seja a razão de nossa existência na Terra.
Apenas lutar pelo Bem.

Paulo R P Menezes