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quarta-feira, 8 de maio de 2013

A CORRUPÇÃO É SÓ AQUI NA TERRA. O ETERNO UNIVERSO NÃO É SUBORNÁVEL


No âmbito universal e imaterial não existe o suborno. Vale para o nosso planeta que faz parte do Cosmos.
Mais cedo ou mais tarde surgem as consequências horríveis.
Não existe a impunidade.
Isso afeta os corruptos e, de certa forma, todos nós.
Esses ladrões viverão o inferno aqui mesmo em vida. Questão de tempo.
Esqueçamos deles.
A seguir trago algumas reflexões para mim e para você leitor que facilita ajustarmos nossa conduta.
É impossível comprar o perdão dos nossos próprios erros. 
Nenhum intermediário,  um mero terrestre frágil, consegue interceder por alguém no mundo metafísico.
As Leis Universais são incorruptíveis. Alguém "imagina" que irá enganá-las?
Os erros tem suas consequências funestas...ineludivelmente é questão de tempo como já disse.
Observe o inferno que vive a humanidade por conta de seus próprio erros.
Ninguém foi perdoado. Veja quantos sofrem por causa de suas deficiências. Pode ser um de nós.
Se os trilhões de perdões concedidos aqui na Terra pelos religiosos, ao longo dos séculos e os outros que solicitamos diretamente para o "mais além'... para Deus...fossem aceitos, viveríamos num paraíso de alegria mundial. 
Dizem que a Terra é um "vale de lágrimas." É a realidade.
A verdade é que o caminho está em nós olharmos para nós mesmos e criarmos virtudes eliminando nossos defeitos.
Em suma: Ser cada um seu próprio redentor (1). Ser livre de absolutamente tudo!...Confiar em nós!...Sermos indivíduos independentes. Em suma: Nós diretamente frente ao nosso Criador.
Deixando de errar e fazer o mal: Esse é o verdadeiro perdão conquistado por mérito próprio.
O universo agradece....e cada um seguramente será mais feliz.
Única forma de mudar as coisas. Mudando o mundo a partir de nós mesmos.

Paulo Roberto P Menezes.
(1) Conceito original de González Pecotche.

domingo, 10 de março de 2013

A depressão, a "Doença do vazio" e a alegria.


Segundo o Dr Dráusio Varella, o mal do século XXI é a depressão. Não bastam apenas os remédios que atuam no cérebro."É necessário a psicoterapia também", afirmou.

Em 1951, um pensador Carlos B González Pecotche, declarou em uma das suas conferências que detectou nos seres humanos uma doença psicológica que denominou "A doença do vazio". 


Desalento, nervosismo psíquico, desânimo, tristeza, o medo da vida, da solidão e do futuro são os ingredientes que  a conformam. Buscam fugir de si mesmos porque esse ser, ele mesmo, o aborrece e o fastia.

Essa doença afetava a mente humana e, na época, descreveu-a e mostrou o caminho para curá-la.

Em 1962 lançou um livro "Deficiências e Propensões do Ser Humano" com conhecimentos diretos sobre o assunto.

A premissa genial, que vale até hoje, seria que o próprio ser se curaria. Teria apenas que aprender a manejar conhecimentos sobre seu mundo interno para ter êxito, igual a um engenheiro que maneja conhecimentos para construir com acerto um prédio.

Como a humanidade está muito exposta a sofrer da doença do vazio, as providências a tomar são relizadas com antecipação e de maneira preventivas antes que as coisas fiquem graves. É como tomar uma vacina.

Desde então, milhares de seres experimentaram essas indicações em si mesmos e a porcentagem de sucessos são muito grandes. Além de encaminhar para a solução dos problemas psicólogicos ía, ao mesmo tempo, resolvendo também os existenciais.

É bem sabido que uma mente fortalecida por pensamentos vigorosos e um mundo  interno com sentimentos altruístas tem uma grande capacidade defensiva contra a tristeza e a depressão, ainda mais se o ser tem prazer em ajudar aos demais. Essa é a meta para ser alcançada.

Assuntos importantes têm que ser divulgados ainda mais quando os próprios médicos prescrevem que não é questão de procurar a cura via físico, indicando remédios, ressaltando que temos que ir na raíz da questão: o psicológico humano.

Após séculos abre-se a porta para uma vida melhor e mais feliz.

Paulo Roberto Pinheiro de Menezes.

Nota: O livro citado no texto foi atualmente reimpresso atendendo a uma grande procura, inclusive pelo interesse das autoridades educacionais do governo estadual. Vide em logosofia.org.br.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Reflexões:"As portas podem fechar-se de repente por uma simples rajada de ar".

Estamos numa vida onde vemos que ocorrem fatos surpreendentes.
A perda de um emprego imprevista.
O resultado de um exame laboratorial desagradável.
A morte inesperada de um parente.
Um acidente inesperado.
Notícias também surpreendentes.
Em resumo, é como dizem: Basta estar vivo para morrer.
O que o autor quer transmitir com essa frase?
Por que colocou-a num livro de importantes advertências que evitam muitos males para o futuro das pessoas? O que quer alertar-nos?
Vamos sofrer "resignadamente" então? Não!

Apesar de pregarem um deus que castiga, é oportuno recordar que estamos nessa vida e Quem criou tudo não quer o nosso mal e sua ação, como toda a imensidão demonstra é regida pelo amor.
Segue, na sequência, posições que podemos tomar e pensar previamente para superar problemas duros imprevistos que podem acontecer a qualquer momento comigo ou com você.
É melhor pensar e sentir preparando-nos antecipadamente. Eu sei que ninguem quer pensar nisso...mas temos que perder esse temor.

Separei dois parágrafos que me fizeram bem, pois já vivi momentos difíceis.
Não sejamos "pegos de surpresa" pela vida.

"Daí, pois, a necessidade de saber-se capaz de resistir a grandes
sofrimentos, contrariedades e perigos;
e quando a consciência desse
pensamento se tiver fixado, o ânimo deverá ser mantido sempre
disposto a suportar as maiores calamidades, porque é assim que
poderão ser superadas com mais inteireza, serenidade, resignação
e compreensão as contrariedades e sofrimentos de menor grau que
aqueles inicialmente supostos. (1)

...como também é necessário o vínculo de humana
compreensão que deve unir a todos, visto que o espírito busca a
companhia do espírito, o qual, nas passagens amargas, minora a intensidade
de uma dor ou de um sofrimento. De modo que, estando
unidos e o sofrimento sendo repartido entre muitos, ele será aliviado
porque, enquanto uns sofrem, os demais poderão mitigar seu
padecimento. Cada um, solicitamente, oferecerá sua ajuda quando
seja preciso, pois nem sempre ocorre a mesma coisa a todos no mesmo
momento; pode acontecer em tempos diferentes. O essencial é
compreender o que significa poder moderar um sofrimento e até
eliminá-lo. Esta é a ajuda mútua que o presente momento exige
como um imperativo, porquanto se está vendo o grande desvio que
há no mundo, onde, em vez de ajudarem-se uns aos outros para
atenuar seus pesares, os homens fazem o contrário: tratam de aumentá-
los, de aumentá-los reciprocamente (1).

Paulo R P Menezes

(1) Do livro, "Introdução ao Conhecimento Logosófico". González Pecotche.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

A civilização que vivia apenas um dia.

Não sei como, mas quando vi estava "lá".
Vinha saindo da mata e avistei uma grande cidade.
Os habitantes olhavam-me com desconfiança e interesse talvez perguntando-se: de onde saiu esse aí?
Em pouco tempo logicamente fiz contato, não sei em que língua, mas nos entendíamos.
De certa forma as civilizações têm similitudes, todavia havia algo estranho.
Eles não falavam de passado nem futuro e fiquei sem entender até que em determinado momento, conversando com muitos deles, compreendi!
A vida para todo o povo deles era de um só dia. Não lembravam do "ontem" e nada sabiam do amanhã. Tudo começava hoje e morreria hoje mesmo. Assim imaginavam.
Quando lhes falei o que realizei no dia anterior risonhamente disseram-me que eu era um louco. - "Ninguém lembra", afirmaram.
Como você tem essa certeza? falou-me um deles.
Contei-lhe que "olhava" para dentro de mim e expliquei-lhe que "via" o que ficou gravado na minha memória e consciência.
Frente a desconfiança geral procurei ser o mais eloquente possível:
- "Vejam que fisicamente vocês são todos diferentes"!
- "Uns tem umas habilidades melhores que outros'! Onde acha que aprenderam? Nos "ontens" da vida! Lógico"
Como estávamos mais íntimos, talvez por isso que um deles me relatou; -"Temos uma inquietude enorme sobre isso. Sempre desconfiamos que essa seria a realidade...a vida continua...,"existe o ontem" mas falta a certeza interna como você tem. Quando tentamos avançar nesse campo, os feiticeiros nos enganaram com ficções absurdas que só serviram para nos explorar em benefício deles.
( Então pensei, porém não falei: "Já vi isso em algum lugar"] )
Depois de muitas idas e vindas, ainda dentro desse mesmo dia, porque no próximo eles não lembrariam de nada, levaram-me para um palácio onde num dos salões apareceu o conselheiro-mor e expresou solenemente: - "Após uma reunião agitada, sou o porta voz do nosso pensamento: O que você pode fazer para nos ajudar nesse aspecto"?
Queremos ardentemente sermos conscientes por nós mesmos de porções maiores de tempo e de espaço! -  "Queremos uma convicção igual a sua" e "ver o passado", o ontem.
Então falei-lhes de algo animador:
- "A minha civilização tem um problema igual ao seu povo, contudo de outras dimensões."
Continuei: -"Lá o que queremos saber é se existimos, pois não estamos felizes em saber que apenas vivemos".
- Igual ocorreu com vocês,criaram lá um mundo de ficções que enganaram milhões de seres, mas muitos estão despertando. Vocês viram, bem claro que não é uma questão de contar o que aconteceu "ontem". " É cada um alcancar a, por si mesmo, "ver dentro" o que aconteceu. Percebi que não satisfaz a vocês acreditar em mim", do mesmo modo se alguém me disser que "existe" não me deixará satisfeito. "Eu tenho que ver dentro de mim que existo", por mim mesmo.
 - "Não se preocupem, pois quando criarem essa memória maior recordarão de todos os seus dias"

Como esse problema existencial é muito extenso, vou deixar uma espécie de ensinamento que me auxiliou, que, a príncípio, não será entendido totalmente, porém com o tempo irá ficando luminoso, porém a grande chave é que cada um terá que realizar um processo para aprender a chegar num estado de recordar seja o "ontem" ou a "existência"
"Os tempos mudaram e voltarei com esse asunto".
'Agora ouçam".

'Sendo a vida física uma pequena etapa da existência
do homem através das épocas, é lógico que ele
aspire a cobrir essas etapas com êxito, demonstrando
o que pode conquistar nelas quando seu pensamento
se une, ainda que em parte, aos princípios
eternos que emanam dos alvores da Criação. Percebe,
então, que surge das profundezas de seu ser a
força que haverá de imortalizá-lo, pois está vivendo
o eterno dentro de si mesmo, o palpitar da vida universal;
em outros termos, eleva sua vida e a transforma
numa potência capaz de iluminar a vida de outros
seres que vivem, como ele viveu, só o presente,
desinteressados do futuro e indiferentes ao que significa
sua condição de humanos". Pecotche.

Paulo R P Menezes

domingo, 13 de janeiro de 2013

Reflexões sobre frases famosas:"É difícil viver com as pessoas porque calar é muito difícil". Friedrich Nietzsche

Por que calar é tão difícil? Qual a causa dessa dificuldade que há séculos causa enormes problemas entre as pessoas?.

1) É difícil calar porque não houve ensinamentos na pedagogia mundial que orientasse aos seres, desde pequenos, a aprender calar, falar e ouvir, oportuna e inteligentemente.

2) É difícil as pessoas entenderem que "quem quer falar" são os pensamentos negativos com vida própria na mente delas e não elas mesmas, tanto é que nesse momento, existem milhões de seres arrependidos do que falaram ontem, tal a confusão, o mal estar e o inferno em que as suas vidas se transformaram por não freiarem suas palavras.

3) É difícil viver com as pessoas porque poucos levam em conta ainda, (mas já está revertendo), o conhecimento que os pensamentos negativos tem vida própria e muito mais força que a nossa vontade, fazendo-nos ceder a seus argumentos maléficos.Vide logosofia.org.br

4) É difícil viver com as pessoas porque a desorientação é tanta que existem os que fazem apologia de ser francos com os outros. Quando são francos com eles, têm verdadeiros acessos de raiva.

5) É difícil porque ninguém sabe como é o processo de eliminação do terrível pensamento de crítica destrutiva que existe em nossas mentes e que, ardilosamente, nos leva a falar mal dos demais "pelas costas"

Por último: É difícil viver com as pessoas porque sem conhecimento um engenheiro não levanta um prédio e sem o conhecimento essencial fica também difícil edificar valores na vida porque como Nietzsche bem expressou, os seres não aprenderam, faz séculos, a sabiamente e inteligentemente a calar.

Paulo Roberto Pinheiro de Menezes.


PS: Marcadores: conhecimento essencial, pensamentos: vide em logosofia.org.br.

domingo, 16 de dezembro de 2012

Reflexões sobre uma frase famosa: "ATÉ QUE O SOL NÃO BRILHE ACENDAMOS UMA VELA NA ESCURIDÃO" Confúncio.

Pense que não existe maior esperança humana do que, um dia, o sol irá brilhar mais ainda na própria vida.

  Observe que a vela representa a esperança que mantemos acesa em nós. Nunca a deixe apagar.

  Entenda que Igual ao sol, mas no mundo imaterial, há outro sol que é o Conhecimento Essencial, pois também dá luz e calor.

Compreenda que a luz é a inteligência e o calor é o sentimento.

Reflita que o Conhecimento metafísico é o que se aprende com o Universo. Vai muito além do conhecimento tecnológico e cultural porque esse primeiro forma e dá energia aos seres.

Sinta que é ele que nos ensina a vencer a tristeza, o pessimismo, o fastio e o tédio. Sugere dar um objetivo maior à vida. É o sol imaterial.

Saiba que o "Sol" terá que brilhar dentro de nós de acordo com os nossos elevados destinos. Estamos aqui para muito mais.

O que Confúncio intuiu corretamente está se tornando realidade.

Paulo R Pinheiro de Menezes

PS: A sugestão é indicar o que González Pecotche expõe sobre o Conhecimento.

domingo, 18 de novembro de 2012

Sobre como alcançar a finalidade que nos propusemos. "Não recuar no empenho até obter os primeiros resultados".




Você pensa em qualquer coisa que queira realizar:
Emagrecer por exemplo, voltar a fazer exercícios ou parar de fumar. Estudar mais para a Faculdade, enfim...
Tomar decisões importantes. Trocar de Emprego. É muito o que se pode realizar ou fazer para mudar os rumos da vida.

Quantas vezes a falta de vontade, o desânimo, a indisciplina e o pessisimo entre outros, fez com que se adiasse a execução dos nossos projetos. Falta de força interna mesmo.
É importante que se saiba o seguinte: O início é difícil muitas vezes, pois parece que se está atravessando um deserto ou subindo uma ladeira que nunca terá fim ou então dentro de um dia cinza onde nunca mais se verá o sol.

Ocorre que existe um fator muito simples, mas surpreendente que ocorrerá e fará com que tudo se transforme, caso se siga em frente: Os primeiros resultados de todo esse esforço.
Esses 'primeiros resultados" é a chave, o ânimo e o estímulo. São fundamentais.
Chegando nele a ladeira vira planície, o cansaço alivia, o entusiasmo e a alegria retornam e cresce a confiança em si mesmo. A meta a ser atingida fica bem mais viável de ser alcançada. Renascem as energias.
Pensa-se: "Eu estou conseguindo; agora vou em frente." Levanta-se o espírito.
Não recuei.
A frase completa que contém esse conhecimento é a seguinte:

"E necessário que se constitua em nós uma permanente expressão de anelos no sentido de alcançar o fim a que nos propusemos, tal como fazemos para outros fins da vida, e não recuar no empenho até obter os primeiros resultados".

Esse texto faz parte do método e da pedagogia da Logosofia para a realização de propósitos maiores inclusive tais como modificar o temperamento, ser mais feliz, dar um conteúdo à vida, procurar evoluir e se superar.

Como Pecotche afirmou que a Logosofia é uma ciência auxiliar de todas as demais, segue essa contribuição e explicações que podem ser utilizadas em todos os campos da vida. Muitos aplicaram com bons resultados.
Segue ainda afirmando por fim: "O empenho inteligente é fator de triunfo".

Paulo R P Menezes.