Pela leis da física que, aliás, valem para todo universo, só podemos queimar com o fogo o que é material.
O imaterial, logicamente é incombustível.
Giordano Bruno, por exemplo, colocaram-no na fogueira sem saber que parte de sua essência, mais importante que a física, tais como os seus pensamentos, a sua vida interna, o seu mundo imaterial não estavam sujeitos às leis físicas; portanto não pegaram fogo e pelo contrário, sobreviveram à combustão e atravessaram os séculos. Se o mais importante dele está vivo...não será uma prova que todos sobreviveremos?
Tanto é que Giordano Bruno hoje e sempre será o juiz que julgará seus detratores.
Para Galileu que vive até hoje também, tamanha é a força de seus pensamentos, pediram desculpas. O sistema é heliocêntrico definitivamente.
Com a mesma lógica pensamos que o espírito humano, por ser imaterial igualmente, não poderá queimar-se em nenhum lugar do Universo e muito menos em um inferno inventado pela ignorância humana.
Não é bom saber que você irá, no futuro, para qualquer lugar mais agradável?
Paulo R P Menezes
Para quem gosta de pensar livremente. A grande e maravilhosa liberdade de pensar sem temores.
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sexta-feira, 27 de julho de 2012
terça-feira, 10 de julho de 2012
Reflexões sobre uma frase famosa: “Se as portas da percepção estivessem limpas, tudo apareceria para o homem tal como realmente é: infinito"
Há um fundo de verdade...
O infinito é a ausência de limites. As portas limpas mostrariam o ser humano como uma entidade física e metafísica e não um frágil terráqueo apenas com uma vida ínfima sem visão da existência.
A percepção desembaçada revelaria um homem físico e imaterial com sua psicologia infinita desvendada: o oposto da fragilidade humana temerosa com o seu curto destino em anos, sem saber na certeza, o que, para que e por que veio parar aqui. Isso mesmo...aqui na Terra.
A percepção limpa já teria aberto as portas do seu mundo interno, caminho que leva a criar a sabedoria universal e o bem em si mesmo cada vez em maior volume e que segue em direção ao infinito, ao Deus mesmo, contrário à humanidade atual de característica agressiva e de pequena visão que já se prolonga pelos milênios sem resolver seus problemas.
Quando se aprender, (algum dia será ensinado), limpar as portas da percepção por si mesmo, o prêmio será a liberdade própria, a confiança e segurança em si mesmo e a indepêndecia de "terceiros" que, sem visão e nem percepção, insistem em intermediar o homem ao seu próprio Criador, como se isso fosse necessário.
Homenagem a William Blake. (1757 - 1827).
Paulo R Pinheiro de Menezes
O infinito é a ausência de limites. As portas limpas mostrariam o ser humano como uma entidade física e metafísica e não um frágil terráqueo apenas com uma vida ínfima sem visão da existência.
A percepção desembaçada revelaria um homem físico e imaterial com sua psicologia infinita desvendada: o oposto da fragilidade humana temerosa com o seu curto destino em anos, sem saber na certeza, o que, para que e por que veio parar aqui. Isso mesmo...aqui na Terra.
A percepção limpa já teria aberto as portas do seu mundo interno, caminho que leva a criar a sabedoria universal e o bem em si mesmo cada vez em maior volume e que segue em direção ao infinito, ao Deus mesmo, contrário à humanidade atual de característica agressiva e de pequena visão que já se prolonga pelos milênios sem resolver seus problemas.
Quando se aprender, (algum dia será ensinado), limpar as portas da percepção por si mesmo, o prêmio será a liberdade própria, a confiança e segurança em si mesmo e a indepêndecia de "terceiros" que, sem visão e nem percepção, insistem em intermediar o homem ao seu próprio Criador, como se isso fosse necessário.
Homenagem a William Blake. (1757 - 1827).
Paulo R Pinheiro de Menezes
domingo, 1 de julho de 2012
"O despertar dos Mágicos" e o lindo Avestruz.
"Despertar dos Mágicos"é um livro de Louis Pauwels e Jacques Bergier.
O tema central deste livro é baseado na ideia de que uma quantidade de conhecimentos científicos e técnicos, alguns dos quais são de civilizações extraterrestres, têm sido mantidos em segredo durante longos períodos da história, e que o homem é chamado para se tornar um super-homem.
Descrevem o livro como ora lendário e ora verdadeiro.
Estamos em um mundo onde tudo parece "normal', mas nada há mais misterioso que o próprio homem
O avestruz vendo um problema enterra a cabeça na areia. Pronto. Resolvida a questão.
Tirando a nossa cabeça da areia... começa nossa estória.
Não é, de certo modo incrível e meio mágico termos um físico e termos também um mundo interno extra físico? (que imagina, que pensa, que tem pensamentos e sentimentos...todos imateriais?)
Olha que coisa de louco: Sonhamos. Temos sonhos.
Ora neles somos assistentes de um tipo de filme e ora, nos sonhos, somos atores: voamos, caímos, monstros nos atacam. É "normal" alguém inteligente usar nossa mente enquanto dormimos e produzir essa atividade? Estranho né?.
Além do mais fomos colocados no braço de uma galáxia de 5 bilhões de anos. Coisa corriqueira, não?
Algo simplório que é dito até com sonolência: Sairemos todos daqui da Terra. Em 120 anos todos os 6 bllhões de seres serão substituídos...é isso aí: nós mesmos. Isso é de tirar o sono.
Dizem calmamente que continuaremos vivos sem o físico em outro mundo...o quê???...não é melhor fazer que nem o avestruz? Porém a mágica pode ser verdade.
Convenhamos: Ou tudo isso é uma loucura ou realmente seremos seres mágicos sem sabermos. Os autores do livro intuíram corretamente.
Apesar disso as pessoas continuam a vida na correria de sempre ignorando solenemente essas coisas que são de arrepiar os cabelos.
Penso que é por que quando éramos pequenos nos deram tudo pronto: Deus é assim e assado. Depois nos colocaram no pré-primário, avisaram a gente que no futuro iríamos trabalhar e no fim de semana quando Deus descansou um dia, tomaríamos uma cerveja.
Dessa forma, então não era necessãrio pensar mais em nada. Viramos avestruz.
Como o mundo está mudando na atualidade, o mágico está despertando - somos nós mesmos - e querendo realmente saber das coisas e entender tudo o que achavam "tão normal".
Posso adiantar que estão abrindo-se portas que estavam fechadas há milênios mostrando e comprovando que existe a mágica genial e que agora vem sendo revelada. Estamos incluídos nela e isso nos trará e já está trazendo um futuro alentador. Alguém já disse: "O Universo tem um Criador mágico e não sabíamos". São as revelações de uma outra face da moeda, do século XXI.
Paulo R P Menezes
O tema central deste livro é baseado na ideia de que uma quantidade de conhecimentos científicos e técnicos, alguns dos quais são de civilizações extraterrestres, têm sido mantidos em segredo durante longos períodos da história, e que o homem é chamado para se tornar um super-homem.
Descrevem o livro como ora lendário e ora verdadeiro.
Estamos em um mundo onde tudo parece "normal', mas nada há mais misterioso que o próprio homem
O avestruz vendo um problema enterra a cabeça na areia. Pronto. Resolvida a questão.
Tirando a nossa cabeça da areia... começa nossa estória.
Não é, de certo modo incrível e meio mágico termos um físico e termos também um mundo interno extra físico? (que imagina, que pensa, que tem pensamentos e sentimentos...todos imateriais?)
Olha que coisa de louco: Sonhamos. Temos sonhos.
Ora neles somos assistentes de um tipo de filme e ora, nos sonhos, somos atores: voamos, caímos, monstros nos atacam. É "normal" alguém inteligente usar nossa mente enquanto dormimos e produzir essa atividade? Estranho né?.
Além do mais fomos colocados no braço de uma galáxia de 5 bilhões de anos. Coisa corriqueira, não?
Algo simplório que é dito até com sonolência: Sairemos todos daqui da Terra. Em 120 anos todos os 6 bllhões de seres serão substituídos...é isso aí: nós mesmos. Isso é de tirar o sono.
Dizem calmamente que continuaremos vivos sem o físico em outro mundo...o quê???...não é melhor fazer que nem o avestruz? Porém a mágica pode ser verdade.
Convenhamos: Ou tudo isso é uma loucura ou realmente seremos seres mágicos sem sabermos. Os autores do livro intuíram corretamente.
Apesar disso as pessoas continuam a vida na correria de sempre ignorando solenemente essas coisas que são de arrepiar os cabelos.
Penso que é por que quando éramos pequenos nos deram tudo pronto: Deus é assim e assado. Depois nos colocaram no pré-primário, avisaram a gente que no futuro iríamos trabalhar e no fim de semana quando Deus descansou um dia, tomaríamos uma cerveja.
Dessa forma, então não era necessãrio pensar mais em nada. Viramos avestruz.
Como o mundo está mudando na atualidade, o mágico está despertando - somos nós mesmos - e querendo realmente saber das coisas e entender tudo o que achavam "tão normal".
Posso adiantar que estão abrindo-se portas que estavam fechadas há milênios mostrando e comprovando que existe a mágica genial e que agora vem sendo revelada. Estamos incluídos nela e isso nos trará e já está trazendo um futuro alentador. Alguém já disse: "O Universo tem um Criador mágico e não sabíamos". São as revelações de uma outra face da moeda, do século XXI.
Paulo R P Menezes
domingo, 24 de junho de 2012
O camaleão e os defeitos humanos.
Os fatos começam assim:
A pessoa "não vê" seus próprios defeitos e pensa que é muito "boazinha". Os que convivem com ela enxergam um outro ser como na realidade é: cheio de deficiências.
É o início de uma confusão que já vem de séculos.
Sendo ela "tão maravilhosa" reclama do tratamento que recebe e, com tal miopia mental, culpa os demais pela forma real e fria que lhe tratam por vezes, porém nem desconfia da própria realidade. É assim que terminam muitas amizades.
Nesse desencontro segue o mundo com todos criticando-se mutuamente "pelas costas" e pela frente...aquela sutil hipocrisia de beijinhos para cima e para baixo.
Resultado: Ninguém confia em ninguém. Sentem que há algo errado.
O inferno acontece quando uma pessoa resolve ser franca com um outro. O outro se rebela porque "não vê" seus defeitos que estão sendo apontados e acha uma injustiça o que estão fazendo. É assim também que começam os ressentimentos mútuos.
O pior ainda está por vir:
A pessoa "não vê" seus próprios defeitos e pensa que é muito "boazinha". Os que convivem com ela enxergam um outro ser como na realidade é: cheio de deficiências.
É o início de uma confusão que já vem de séculos.
Sendo ela "tão maravilhosa" reclama do tratamento que recebe e, com tal miopia mental, culpa os demais pela forma real e fria que lhe tratam por vezes, porém nem desconfia da própria realidade. É assim que terminam muitas amizades.
Nesse desencontro segue o mundo com todos criticando-se mutuamente "pelas costas" e pela frente...aquela sutil hipocrisia de beijinhos para cima e para baixo.
Resultado: Ninguém confia em ninguém. Sentem que há algo errado.
O inferno acontece quando uma pessoa resolve ser franca com um outro. O outro se rebela porque "não vê" seus defeitos que estão sendo apontados e acha uma injustiça o que estão fazendo. É assim também que começam os ressentimentos mútuos.
O pior ainda está por vir:
Quem gosta de ser franco tem verdadeiros acessos de raiva quando são francos com ele.
Por isso vem ganhando importância o livro Deficiências e Propensões do Ser Humano porque tem como principal premissa ensinar que cada um veja e elimine seus próprios defeitos e "esqueça" o defeito alheio.
É ainda nesse livro que está explicado que os defeitos, para quem os tem, são iguais aos camaleões que tomam a mesma cor da árvore que habitam e, dessa forma camuflados, iludem a observação de seus donos.
Trazendo um conhecimento de uma maneira simples, Pecotche, o autor do livro citado, vai tornando realidade a proposição que um ilustre grego pronunciou há 2500 anos: "Conhece-te a ti mesmo"Por isso vem ganhando importância o livro Deficiências e Propensões do Ser Humano porque tem como principal premissa ensinar que cada um veja e elimine seus próprios defeitos e "esqueça" o defeito alheio.
É ainda nesse livro que está explicado que os defeitos, para quem os tem, são iguais aos camaleões que tomam a mesma cor da árvore que habitam e, dessa forma camuflados, iludem a observação de seus donos.
Paulo R P Menezes
domingo, 3 de junho de 2012
As partículas elementares: O átomo e os Pensamentos.
Li recentemente: Uma breve história do mundo de Geofrey Blainey e "O que aconteceu na Terra" de LLoyd que é a história do Planeta e das Civilizações.Quem quiser entender um pouco mais a fundo o que, até mesmo os autores não compreenderam, terá que levar em conta duas afirmações de Pecotche, criador da Logosofia: Uma do mundo material e outra do mundo imaterial.
1) A formação do Planeta Terra: O átomo como o portador da Inteligência suprema e energia universal do Criador.
2) O Planeta Terra como ambiente onde imperam os pensamentos.
Da primeira afirmação, a combinação perfeita de átomos formaram um planeta rochoso há bilhões de anos chamado Terra. Esses átomos "inteligentes" arranjaram-se em outra configuração mais avançada e surgiram os vegetais. Seguiram criando formas mais complexas e geniais como os animais e provavelmente obedecendo a desígnios superiores, "inteligentemente", ainda criaram o homem, sem contar as dezenas de milhares de tudo o que é forma de vida. Explica-se assim, a vida física.
Da segunda, no mundo imaterial, afirmou que os pensamentos tem vida própria e força muito maior que a vontade humana. Se fosse filme de ficção, diria que são alienígenas que nos dominam, levando-nos a tristeza, a infelicidade, a falar e fazer o que não queremos, arrependimentos e até mesmo a depressão, à rotina, a monotonia e ao "saco cheio". Tudo isso leva a tal "doença do vazio" que muitos reclamam. ( PS: Sabemos que existe pensamentos bons, importantíssimos, mas são minoria frente a tudo que é mal e temos que ampliá-los)
Chegamos em um momento no tempo universal, afinal estamos no século XXI, de concentrarmos a atenção nesse mundo imaterial, já que no mundo técnico e físico avançamos bastante. É lógico!
É a porta que se se abre para o "beco sem saída" que entrou a civilização.
A humanidade, que sou eu e você, térá que pensar na outra face da moeda da Criação que é a imaterial.
A princípio, quem não levar em conta que os pensamentos têm vida própria estará em desvantagem porque os tempos estão mudando e na sequência, existem após esse, outras hieraquias de conhecimentos similares, potentes, comprováveis e práticos.
O funcionamento de tudo no mundo físico está sendo descoberto e agora chegou a vez de sabermos as causas dentro de nós mesmos, desse mundo invisível que se prolonga até confins que não se saberia dizer...o mundo metafísico...afinal Deus? Como ser humano temos muito a resolver.
Quem descobre a causa, deu um importante passo para resolver o problema.
Paulo R P Menezes
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Duendes e gnomos. A fantástica história.
Certo dia, andava sozinho num bosque, como sempre faço e observava as coisas lindas que apareciam no caminho, rodeado de árvores muito altas com o sol se pondo no entremeio desse espetáculo fantástico.
Silêncio total...ninguém à vista já há muito tempo. Eu sentia-me muito pequeno nesse mundo mágico cujas árvores já existem há 200 milhões de anos nesse planeta. O bosque parecia que tinha vida e energia.
Comecei pensando enquanto seguia, que no ano 700 DC, época do Robin Hood, as florestas eram encantadas e eles desconfiavam que eram habitadas por duendes, gnomos e outros seres, alguns do mundo imaterial. Tinham razão de certa forma.
Eu, apenas comigo mesmo, intuí nitidamente e tinha certeza sobre o que eles sentiam há 1300 anos. era exatamente o mesmo que eu sentia ali sozinho.
Quando olhei para o lado veja quem aparece: Robin Hood! Ele mesmo, transportado desse ano 700 para o século XXI!
Veio com as mesmas roupas da sua época e foi logo dizendo: - Não assuste: algo dentro de você mesmo, nas suas profundezas entrou em contato com a história da humanidade e de uma forma tão real que tive que vir ao seu século confirmar algumas coisas que pensou.
Seguiu dizendo e andando ao meu lado: - "A Natureza que estamos observando é tão grandiosa que dá a sensação que não é só física...é algo maior, digamos metafísico e interpenetra a floresta dando a sensação em nós dois que, a qualquer momento, no meio dessa floresta atual e daquela vastidão da minha época, surgiriam anões e veríamos olhos entre as árvores, observando-nos.
-Eu sabia, disse Robin Hood ainda, "que aquele bosque e todos os outros tinha um Criador e eu ali observava a obra deslumbrante Dele". "É bom ter isso presente enquanto se caminha entre as árvores". "É uma chave que abre portas imateriais".
Continuou falando: - Descobri porque que a Natureza nos atrai e a toda humanidade em todos os tempos.
- "De tanto insistir pensando nisso aprendi também que a sensação indescritível é porque, além do bosque e a floresta, percebe-se que envolvendo tudo, existe um mundo potente de energia: o mundo metafísico, mundo maravilhoso e eterno, o universo imaterial que foi criado também".
Nesses ambientes paradisíacos, a linha que divide o mundo físico do metafísico, é muito tênue.
Com a beleza indescritível e o silêncio fantástico desses lugares, torna-se "visível" não para a visão física, mas para os "olhos" da inteligência, do sentir e do espírito humano, uma parte desse mundo onde reina o Pensamento Universal. Daí a imensa atração que exerce em nós, humanos.
Concluiu Robin Hood: "O que nos encanta é a energia metafísica desses lugares que, em parte, flui para nós fortalecendo a nossa vida".
A potente energia do bosque, dá a sensação que a floresta está nos vendo e que há olhos que nos acompanham. A impressão que temos é tal, que nos invade a maravilhosa percepção que minúsculos seres, os duendes e gnomos, nos acompanham nessa caminhada.
A sensação é inefável.
Confesso que não vi nenhum, mas Alguém cuida do bosque. Entidades puramente imateriais?
Deixo para o leitor concluir.
Como veio, Robin Hood foi-se deixando o que pensar. Fiquei feliz de pensarmos igual, apesar dos séculos que nos separam.
Paulo R P Menezes.
PS: As idéias e pensamentos do personagem dessa ficção pertencem ao autor.
Silêncio total...ninguém à vista já há muito tempo. Eu sentia-me muito pequeno nesse mundo mágico cujas árvores já existem há 200 milhões de anos nesse planeta. O bosque parecia que tinha vida e energia.
Comecei pensando enquanto seguia, que no ano 700 DC, época do Robin Hood, as florestas eram encantadas e eles desconfiavam que eram habitadas por duendes, gnomos e outros seres, alguns do mundo imaterial. Tinham razão de certa forma.
Eu, apenas comigo mesmo, intuí nitidamente e tinha certeza sobre o que eles sentiam há 1300 anos. era exatamente o mesmo que eu sentia ali sozinho.
Quando olhei para o lado veja quem aparece: Robin Hood! Ele mesmo, transportado desse ano 700 para o século XXI!
Veio com as mesmas roupas da sua época e foi logo dizendo: - Não assuste: algo dentro de você mesmo, nas suas profundezas entrou em contato com a história da humanidade e de uma forma tão real que tive que vir ao seu século confirmar algumas coisas que pensou.
Seguiu dizendo e andando ao meu lado: - "A Natureza que estamos observando é tão grandiosa que dá a sensação que não é só física...é algo maior, digamos metafísico e interpenetra a floresta dando a sensação em nós dois que, a qualquer momento, no meio dessa floresta atual e daquela vastidão da minha época, surgiriam anões e veríamos olhos entre as árvores, observando-nos.
-Eu sabia, disse Robin Hood ainda, "que aquele bosque e todos os outros tinha um Criador e eu ali observava a obra deslumbrante Dele". "É bom ter isso presente enquanto se caminha entre as árvores". "É uma chave que abre portas imateriais".
Continuou falando: - Descobri porque que a Natureza nos atrai e a toda humanidade em todos os tempos.
- "De tanto insistir pensando nisso aprendi também que a sensação indescritível é porque, além do bosque e a floresta, percebe-se que envolvendo tudo, existe um mundo potente de energia: o mundo metafísico, mundo maravilhoso e eterno, o universo imaterial que foi criado também".
Nesses ambientes paradisíacos, a linha que divide o mundo físico do metafísico, é muito tênue.
Com a beleza indescritível e o silêncio fantástico desses lugares, torna-se "visível" não para a visão física, mas para os "olhos" da inteligência, do sentir e do espírito humano, uma parte desse mundo onde reina o Pensamento Universal. Daí a imensa atração que exerce em nós, humanos.
Concluiu Robin Hood: "O que nos encanta é a energia metafísica desses lugares que, em parte, flui para nós fortalecendo a nossa vida".
A potente energia do bosque, dá a sensação que a floresta está nos vendo e que há olhos que nos acompanham. A impressão que temos é tal, que nos invade a maravilhosa percepção que minúsculos seres, os duendes e gnomos, nos acompanham nessa caminhada.
A sensação é inefável.
Confesso que não vi nenhum, mas Alguém cuida do bosque. Entidades puramente imateriais?
Deixo para o leitor concluir.
Como veio, Robin Hood foi-se deixando o que pensar. Fiquei feliz de pensarmos igual, apesar dos séculos que nos separam.
Paulo R P Menezes.
PS: As idéias e pensamentos do personagem dessa ficção pertencem ao autor.
sábado, 5 de maio de 2012
Reflexões sobre um provérbio chinês: "Os Mestres podem abrir a porta, mas só você pode entrar".
Se um Mestre lhe abre a porta é para você ser Mestre oportunamente e não um escravo ao longo dos séculos. Esse então é o verdadeiro Mestre.
Um Mestre lhe ensina a cultivar a valentia, a confiança e segurança em si mesmo. Porque aberta a porta é você quem vai caminhar.
Um Mestre é amplo e generoso. Se quiser seu dinheiro, o Mestre é falso.
Quando entrar você vai ver seu caminho, sua evolução, sua felicidade, seus amigos e no final da meta infinita...Deus.
Comprove logo no início do percurso essas verdades. Senão a porta é falsa.
Se o Mestre quiser sempre se interpor e lhe deixar dependente dele, entre o ínicio e o andamento infinito da sua meta, além do Mestre, o caminho também é falso.
Paulo R Pinheiro de Menezes
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