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quarta-feira, 27 de maio de 2015

OS CONHECIMENTOS QUE NOS ANIMAM A VIVER


Eu sei hoje que os grandes pensadores retiravam os conhecimentos do mundo metafísico e se inspiraram na Criação para realizarem suas obras científicas, filosóficas e técnicas.

A  lei da gravitação de Isaac Newton, com a lenda da queda da maçã, Einstein com a Teoria da Relatividade e muitos outros, são bons exemplos dos conhecimentos geniais que pertenciam ao mundo do Universo, mas não existiam ainda aqui na Terra.

Interessante. Esses conhecimentos estavam em outro mundo e a mente desses sábios os trouxeram para aqui...o mundo físico.

O que escapou desses sábios da nossa cultura descobrirem e trazerem, foi uma outra estirpe de conhecimentos superiores cuja a sabedoria, baseada na Criação, é energia pura, porém para outra imensa e importante finalidade: A nossa vida e existência.

Irei relembrar o que procuramos: A energia para vivermos bem.

Nas minhas pesquisas sobre o Egito, verifiquei que o imenso motor que levou aquela civilização a reinar por 4 mil anos, foram certos conhecimentos extraídos do mundo metafísico. Avançaram em todos os campos desde a arquitetura e construções, astronomia, até a moral e a ética, incluindo sabedoria da supervivência do ser através da imensidão dos tempos. Vida bem melhor que hoje, não?

A descoberta atual realizada por um pensador genial (vide nome no final do artigo), permitiu que alcançássemos como humanos o poder de absorver essa energia, desses conhecimentos superiores mesmos, de nos identificarmos e, ainda mais, nos consubstanciarmos  com eles, recebendo seu influxo divino.
Assim a vida fica mais leve...sem precisarmos ter vivido no Egito Antigo, porque ocorreu, finalmente, um grande avanço nesse século XXI.

A vida, independente da classe social do ser, resume-se no seguinte: Ou se tem energia para viver ou não.
Tendo energia nada é problemático por mais problemas que se tenha.
Teve uma fase da minha vida que, no meio de intensas adversidades, sentia-me feliz internamente, por paradoxal que seja. Foi o motivo que me levou a escrever esse artigo.

Na idade Média certos conhecimentos sobre navegação,  Astronomia e o aparecimento da bússola, entre outras invenções, abriram o caminho para a descoberta das Américas.
Com esses conhecimentos superiores, desconhecidos pela maioria até o presente, nova rota foi aberta, mas agora será rumo ao mundo mental ou metafísico e IMATERIAL, iniciando pelo mundo interno humano com os seus pensamentos, sentimentos, espírito, consciência, etc.

Enfim, conhecimentos sobre a criação imaterial do Universo que, em parte somos nós mesmos, pois a criação física com galáxias estrelas, árvore, sol e passarinho, já conhecemos.

O mundo da Energia com essa mesma nova linha de conhecimentos. Sonho de séculos...
 Provavelmente esse é o caminho que leva a Deus.

O que afinal, trazem eles:  o poder modificador de nossas vidas para melhor, mas não se enganem...quem modifica a nossa vida somos...nós mesmos!
Receberemos desses conhecimentos, a orientação segura que por sinal, é a primeira vez que isso acontece nos últimos três mil anos.

Seremos nossos psicólogos.
Nome do pensador: Carlos Bernardo González Pecotche. Pseudônimo: Raumsol.
Paulo R P Menezes

                                                                                             

domingo, 10 de maio de 2015

Apressando o sol interior nascer.


O sol nascerá no dia 31 de maio de 2021, às 06:41 h. Nem um minuto a mais e nem a menos.
Sabemos que o sol com sua luz e calor propicia genialmente a vida e são tantos os fatos assombrosamente bons em função dessa estrela que deixo para a leitor enumerá-los. O sol segue as leis universais físicas eternas, onde está expressa a vontade do Criador.
Agora entremos na sugestiva estória.
O mundo em que eu vivia era escuro como a noite. Dos seres que lá habitavam eu só via os vultos.
A visão não penetrava longe. O temor do desconhecido e de tudo era o que predominava.
Portanto, pouca era a alegria e prevalecia a ignorância. O futuro era incerto.
A vida não era boa. Como não havia modo de comparação com outra,  todos achavam “normal que assim fosse.”
Um dia encontrei andando perto de mim um ancião de temperamento surpreendentemente receptivo e por isso , tive a coragem de perguntá-lo: - “Viveremos sempre à noite através dos tempos?
Para minha surpresa respondeu-me: - “Lógico que não”
Qual foi meu assombro quando afirmou: - “Eu sei fazer o sol nascer.”
Pensei: “O ancião é louco”, mas as conversas que vínhamos mantendo, antes dessa afirmação, tinha uma lógica extraordinária.
-“Venha comigo até um local lá na frente”.
Acompanhei-o desconfiado. Andamos não sei quanto. Pode ter sido um dia, um ano ou um século.
Após uma curva e uma ladeira já em cima de um morro, vi o inimaginável. Um clarão maravilhoso no horizonte!
Os contornos de coisas fantásticas estavam aparecendo depois de milhares de anos!
O efeito que me deu  foi tão forte que parecia que eu havia renascido em uma nova orbe.
-“ O senhor é um mágico, um feiticeiro...é Deus?”
-“Não. Não sou mais um desses intermediários entre Deus e os homens. Eu sou um guia e sei ensinar sobre o Conhecimento e o Afeto que aprendi nas minhas viagens metafísicas pelo Universo”.
“Sendo guia, não está vedado a ninguém ser igual a mim", esclareceu.
-“Esse sol que nascerá, traz a luz do conhecimento e o calor do afeto”. “Esse é o sol imaterial que ilumina a todos por dentro” e os deixam felizes.
A luminosidade, dissolvendo a bruma da ignorância existente sobre o mundo imaterial, deixa bem claro o trajeto que leva ao conhecimento de si mesmo e a Deus.
-“Se aceitar seguir nesse caminho junto com outros, procurando viver, identificar-se e se consubstanciar com o conhecimento e o afeto, buscando o seu aperfeiçoamento, apressaremos o nascer desse sol cuja a luz iluminará e fará feliz grande parte da humanidade.
Assim será que o mundo mudará para melhor”.
Caminhando mais um pouco observei que muitos mais se juntavam nesse caminho simbólico e quantos mais chegavam mais a claridade acelerava sua chegada.
Afastando-se o ancião foi aumentando a voz:
“O sol físico seguem as leis”
“Esse outro “sol imaterial” para ele nascer... dependerá exclusivamente dos homens, pois foram eles mesmos que causaram a decadência do mundo até agora...em resumo, a escuridão.”
“Eu, como um guia, confio plenamente, com os conhecimentos e amor que eu trouxe e ensino, que criaremos todos juntos um mundo melhor”
“Não esperem milagres.” Vocês mesmo irão se salvar. Cada um. “Não esperem mais por salvadores...o tempo corre...acelerem a luz!
Adeus!
À Deus!
Paulo R P Menezes

                                                                                                    logosofia.org.br

sexta-feira, 13 de março de 2015

Jorge. O Taxista que devolveu a lancheira da menininha.


Peguei o táxi e entramos no congestionamento de São Paulo.
 Após aqueles entendimentos iniciais seguimos o caminho que lhe indiquei.
No meio do trajeto onde eu e o taxista mantínhamos uma conversa amena, ele me contou com certa reserva:
-“ O senhor sabe...nesse caminho que estamos fazendo tem uma escola...”
-“Sei”...e esperei ele continuar.
“ Há uma semana uma moça com suas filhas pegou esse táxi nesse colégio  e esqueceram uma malinha e tem o nome da criança...ela deve ter uns 5 anos.”
“E então?...
“Nós iremos passar na frente dessa mesma escola e isso está me incomodando”... “O Senhor se importaria de perdermos um tempo e pararmos lá? “Sei que o trânsito está infernal ...nem sei se vai dar para estacionar”...
“É isso?”...Eu ajudo! (Não sei bem por que, mas achei importante)
 “Pode ir para lá porque perdi completamente a pressa”
A lancheira era dessas que a menininha desenhou nela corações pintados  de vermelho e estrelinhas coloridas em azul. Algo assim. Coisas do fantástico e feliz mundo infantil. Nesse mundo ela vale ouro, mas no mundo em geral seu valor em dinheiro é pequeno.
Sendo de “ouro”, tínhamos que entregá-la à sua pequena dona.
Foi difícil chegar no portão. Um guarda se aproximou e falei alto que tínhamos que devolver algo esquecido no carro! Imediatamente ele abriu uma passagem e começou  a nos orientar. Devolver era importante inclusive para o guarda! “Entra naquela fila”.
Os porteiros e segurança da escola quando perceberam o ato do taxista tirando do porta malas aquela maravilhosa lancheira (com a devolução o valor dela subiu muito), sorriram felizes  e a pegaram com  um cuidado especial porque imaginaram a alegria da menininha quando a visse de novo.
Missão cumprida!
Ficamos felizes, seguimos e ocorreu um silêncio com uma emoção mútua.
“Qual seu nome”?
“Jorge.” O meu é Paulo Roberto”
“Jorge...o fato que mais me deixa feliz é ver essas ações boas! Nem tudo está perdido!” A lancheira é de pequeno valor, não importa...o ato em si é muito grande!
‘É verdade Paulo” e relatou-me uma ajuda de um médico que lhe forçou a fazer um exame que não queria realizar e hoje está ficando bom com quimioterapia. Disse-me que o médico salvou sua vida. Aproveitei para lhe contar um bem que me fizeram.
Nem tudo está perdido, repeti de novo!
Nessa conversa extremamente agradável chegamos e nem sentimos o congestionamento, pelo contrário, ele parou o carro e seguimos realizando mais algumas reflexões animadoras.
Antes dele ir embora falei-lhe que tinha sido uma das melhores viagens de táxi que fiz nos últimos tempos. Nos despedimos com um cumprimento de mãos, pois naquele momento nos sentimos muito unidos.
Bati uma foto dele e prometi divulgar esse fato bom que tanto bem nos faz num mundo complicado em que vivemos onde sempre espalham o mal.

Saí pensando que enquanto houver “Jorges,” Deus seguirá tendo a já imensa paciência com a humanidade, nessa espera interminável para que as coisas girem para o bem, aqui nesse planeta.


Paulo  R P Menezes.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

A civilização Egípcia. Compreenda seus mistérios.


A civilização Egípcia. Compreenda seus mistérios.
Como é que, quem está cursando o 1º grau, entenderá as soluções dos problemas que se resolvem no Curso Superior? Impossível.
É assim que nos comportamos. Nossa civilização greco-romana está nesse 1º grau e é por isso que os mistérios da civilização egípcia não foram desvendados. Nem sabemos como as pirâmides foram construídas...
Não perderei tempo explicando a decadência da nossa civilização na educação, na saúde, na segurança, na moral, etc.
Quer entender os Egípcios? Limpe então da sua mente todo vestígio da nossa cultura decadente, ética, moral e espiritualmente. O grande avanço tecnológico “aparenta” em nossos dias, "um imenso avanço", mas não se iluda.
Para iniciar, esqueça os nossos deuses ocidentais ou orientais, pois na época dessa antiga civilização não haviam essas religiões e eles realmente avançaram. Como temos religiões, vendo por essa ótica míope e atrasada,  não é difícil lermos em vários livros citações que os Egípcios eram politeístas com vários “deuses e deusas”, o que é um grande e absurdo equívoco.
Nós nascemos com o destino da morte. Depois de um tempo inexoravelmente morreremos. É deprimente visto pelo ângulo físico. Ainda não sabemos se existimos na certeza. Somos infantis em termos de conhecimentos universais. Coisas do 1º grau.
Para os egípcios genialmente não.
Um povo que mumificava, porque sabia profundamente da eternidade do indivíduo, não viveria nessa tamanha infantilidade.
As “deusas” eram na realidade o nome que davam às Leis Universais como por exemplo a Deusa Maat.
É a deusa da verdade, justiça e da ordem divina.
Era crença geral que, diante da Deusa Maat, “de nada valeriam as riquezas e nem a posição social do falecido, mas apenas os ATOS seriam levados em conta”
É tão lógico que, “nós mesmos” sabemos que é, foi e sempre será assim.
A ordem, a disciplina e a justiça são ditadas pelas leis Universais. Deus mesmo.

Sua escrita e principalmente suas imagens pedagógicas desenhadas transportavam os conhecimentos superiores por milhares de anos.

A  evolução da consciência humana, o aperfeiçoamento individual, o conhecimento de si mesmo e o conhecimento progressivo de Deus levado a cabo séculos após séculos, em todo o Egito, trouxeram um avanço fantástico nas ciências, na arte, na filosofia e na moral, inalcançável até hoje.

Com essa tremenda energia metafísica manter os povos bárbaros afastados e a paz por milhares de anos não foi difícil.

A humanidade está passando por uma fase inquieta. Existe uma sede de saber indefinida. Não se satisfaz mais com respostas prontas e conceitos conformados em moldes rígidos. Intui que por trás de uma vida humana aparentemente curta e limitada existe uma imensidão que é possível abarcar.

Eis os motivos por que a Civilização Egípcia tanto nos atrai. No fundo de “nós mesmos” sabemos que existe uma vida maravilhosa cujo os egípcios foram os precursores.
A humanidade vem despertando para continuar nesse caminho divino. Abre a imensa esperança que nos alenta eternamente de chegarmos lá e avançarmos na direção da imensidão fantástica do conhecimento universal.

Se essa possibilidade* já não existisse na atualidade eu não escreveria sobre esse maravilhoso tema. Relatei sobre um dos mistérios. Voltaremos ao assunto.


Paulo R P Menezes.
*(Vide logosofia.org.br)

domingo, 11 de janeiro de 2015

Nas fronteiras da realidade e da verdade.


Nas fronteiras da realidade e da verdade.

Eu vinha caminhando. Sentia-me bem. Tinha passado por lugares maravilhosos e por obstáculos muito difíceis de transpor quando, de repente, percebi à minha frente um abismo e a escuridão, aparentemente intransponíveis.
Recordo que atravessei pântanos e negras florestas. Logicamente  alguém me orientou. Não saberia sozinho encontrar essas paragens. Era uma vitória por um lado, mas como vim parar aqui?
Para explicar, tenho que voltar no tempo...não conseguiria dizer quanto. Sessenta anos? Um século? Dez?
Lá nos primórdios, a única coisa certa era se entrar nos “caminhos da vida” como bilhões de seres entram na Terra, transitar pelos mesmos e passando um tempo, sair...simplesmente.
Era inexorável. Entrei na vida e quando dei por mim, não gostei.
Eu tinha família e uma vida financeira boa. Com escolas e divertimentos, mas...
Envolvendo esse planeta havia um ambiente mental confuso e contraditório. Tirava minhas energias. Por trás de aparentes alegrias, vi muito desânimo. Em resumo: uma desorientação.
Minhas andanças, avançando no tempo, assemelhavam-se a um ser perdido no deserto, com sede e sem perspectivas, olhando para o horizonte sem fim.
Então, sem mais, após uma duna, vejo um ancião tranquilo, desses que pareciam ter centenas de séculos de vida. Milagre?
Como a minha situação não necessitava de explicações, deu-me logo um gole de água.
Líquido diferente. Como que, tão pouco restituiu minhas energias? Parei por momentos de sentir o calor infernal daquele local. Inacreditável.
Nosso entendimento foi rápido não necessitando de palavras.
- “Fale”! Solicitei sabendo que tinha muito mais por ser revelado.
- “Você pegou o caminho errado”. “As miragens que confundem a todos enganou-lhe também.”
“Será?”
“O Percurso é outro! É lindo!”. Expressou com convicção. “Está ainda oculto.”
Daí veio a surpresa: “ Você quer experimentar?”
Não titubeei e rapidamente quando olhei,  era como se tivéssemos voado. Estava em outro ambiente contemplando uma linda imensidão.
“Está vendo aí à frente? “É o que está invisível aos olhos da maioria”.
Aquela forte visão foi uma revelação para mim.
Passaram-se os tempos...

Foi assim que cheguei até aqui depois de uma interessante jornada. Nessa beira do abismo e escuridão agora.
O pântano e as negras florestas? Eram meus defeitos que teria que eliminar com objetivo de me fortalecer ao andar.
Os lugares que foram aparecendo cada vez mais encantadores? Era o Universo mesmo, a imensidão e o eterno ao quais ia me aproximando com meus méritos. Com os meus pés.
O novo obstáculo que é o abismo? Bem normal. São meus defeitos ainda.É para me recordar também do ancião que sabe o caminho e veio me guiando até aqui. Será mais uma dificuldade a ser superada com o tempo.
Esse trajeto magistral é similar à Cordilheira dos Andes e ao Himalaia que necessita-se de guia para serem transpostos “com vida.”
O que virá pela frente?  Se eu for me fortalecendo, vencendo meus defeitos, como vinha fazendo, que ainda perduram e são muitos, virá pela frente a maravilhosa imensidão, o fantástico, o eterno, a sabedoria...Deus? Lógico.O amor.
Quer mais?
 Assim termina a lenda sobre “O Caminho”...ou a história é real?

Paulo R P Menezes.

PS: Nessa jornada quanto mais se percorre, mais aparecem nossos defeitos que ficaram escondidos na poeira dos tempos e agora vêm à luz. É a oportunidade que temos de vê-los.


Para não cansar o leitor omiti certos aspectos da ajuda mútua que se aprende a prestar, do bem que se pode fazer enquanto se avança, etc, que serão inspirações para novos contos.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

O dia em que me tornei Judeu.

O dia em que me tornei Judeu.
Tudo começou com uma simples ida ao Ortopedista com uma dorzinha nas costas.
Pediu-me uma radiografia que revelou uma “alteração de textura na vértebra L4.” Daí para frente meu destino mudou.
Após inúmeros exames que nunca diagnosticavam o problema se era maligno ou benigno e eu aqui nessa expectativa. Finalmente, um médico de grande conhecimento, que eu faço questão de citar o nome, Dr. Marco Túlio, categoricamente demonstrou que era uma doença benigna e que o organismo “consertaria o problema sozinho” como está ocorrendo.
Muitos “quebraram a cabeça” querendo saber de onde vinha a doença, pois sempre era de causa genética e eu não me encaixava nesse perfil, até que a uma médica, Sara Krasilcic, iluminou a tal causa que estava escondida na poeira dos séculos.
-“Paulo”,  disse-me ela, você me relatou que seu antepassado veio da Holanda com Maurício de Nassau e se fixou no nordeste do Brasil, não é?
Falei que sim. Coisas do século XVII.
- “A sua mãe, que também nasceu no Nordeste, tem a sua doença igualmente em forma muito branda e ninguém descobriu", falou-me depois de examiná-la. Você herdou dela”. É genética”.
Então veio uma revelação forte.
A Dra. Sara afirmou: “Quem tem essa doença eram os judeus europeus e o seu avô do seu bisavô, justamente o que veio da Europa com os Holandeses, era judeu e você com esse nome de cristão novo: “Pinheiro”, tem origens judaicas no nome e na genética”. Ponto final.
Tinha enorme lógica. Éramos judeus e a inquisição converteu-nos no catolicismo e nos tornamos católicos. A prova no nome poderia ser duvidosa, mas a prova genética era fortíssima.
Acordei no outro dia, surpreso, pois trazia séculos da história da humanidade dentro de mim. Eu era  produto de milhares de anos de conflitos religiosos, de guerras, de tréguas, de paz e tudo no meu mundo interno!
Nessa mesma manhã eu parecia um ET.
Recordei que minha família tinha um passado “aparentemente estranho”: O meu avô, na hora da morte, colocou para fora do quarto o padre que veio dar-lhe “extrema unção”. Ele não era católico. Forte esse fato  em 1920, não? Não era tampouco judeu. Era um ser muito bom que eu garanto que não está em inferno algum. Gostei da valentia dele. Inédito na época.
Além do mais, minha mãe, eu observei desde pequeno , mesmo meu pai sendo católico, nunca entrou numa igreja nem cristã e nem judaica, mas amava a um Deus fora e acima das religiões.
Comecei a gostar dessa história toda porque lembrei que nunca fiz distinção religiosa entre as pessoas e me dava bem com judeus e católicos e senti que eles percebiam isso, mesmo sabendo que eu não era tão religioso assim.
É bem sabido que o inferno de uma religião está preenchido com seres da outra religião e vice versa. É a tal hipocrisia humana: “Respeitem a religião alheia”. Mentira.
Como eu não era de nenhuma, dava-me bem com todas.
A confusão secular dentro de mim só me fez pensar numa coisa: Deus existe desde tempos imemoriais quando não existia religiões alguma na face do planeta.
Por ironia do destino, ora sendo judeu, ora católico, terminei como Baruk Spinoza, pois com essa minha história, seria excomungado nas duas religiões como ele foi.
Nessas idas e vindas, com a história secular fervendo dentro de mim, veio-me um visão muito clara: Os deuses das religiões não podem causar a separatividade dos homens como inegavelmente vem ocorrendo. Eu fui testemunha, “direi ocular”, desse acontecimento. Então tenho o direito de falar categoricamente.
Concluí que,  acima de tudo, de tudo mesmo que você está pensando leitor,  existe o Deus do eterno, da imensidão, da sabedoria e do amor.
Só assim então veremos a verdadeira paz.

Paulo R P Menezes 

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Morrer é um Absurdo. É uma piada de mau gosto.


Conversava agora com um amigo desses que tudo deu certo. Família, dinheiro, profissão e etc.
Lembrei, ao mesmo tempo, de pronunciamentos engraçados:
“Sim, do mundo nada se leva”, dizia  Millor Fernandes, “mas é formidável ter uma porção de coisas a que dizer adeus”.
Ouvi de alguém: “Eu sei que vou morrer, mas não acredito!”
Voltando a conversa com esse meu amigo, ficou claro o seguinte: O chato mesmo é morrer e ninguém quer pensar nisso e nem tocar nesse assunto. Ele pensou que tinha tudo, mas não era bem assim.
Os egipcios, há cinco mil anos, foram os primeiros que declararam que você além de viver teria uma existência e as evidências, conforme estão aparecendo novas descobertas sobre essa civilização, estão mostrando que é uma grande realidade.
Nós, aqui no século XXI, temos todas as religiões que garantem uma vida eterna, mas quando olhamos para dentro de nós, é aquela tremenda incerteza que corrói a gente. A dúvida é terrível a não ser que você acredite no conto da Carochinha ( Uma narrativa fictícia no que tange a seus personagens. Onde todos se encontram no mundo do faz de conta.),  e também nos duendes e gnomos.
Se você está esperando que eu vou defender firmemente que existe vida após a morte, está enganado.
Eu não estou escrevendo para convencer ninguém porque é inócuo.
A única coisa que tenho o dever de mostrar é que existe um caminho que muitos já estão trilhando que leva a Deus e a imortalidade.
Daí para frente o problema é seu e não é meu, entenda isso no muito bom e grande sentido.
1)Busque Deus e a imortalidade dentro de si mesmo. Desde há três mil anos continuam tentando encontrar fora e não conseguiram.
2)Leve bem em consideração que você como ser humano é um frágil mortal, mas se você verificar a sua vida, sentirá que foi criado para ser um indivíduo, já que tem uma partícula de Deus dentro de si.
Ativando essa partícula na vida diária, que eu vou chamar de espírito, verá que é algo que lhe incita a buscar o bem, ser bom, a ser melhor. É o que lhe trás uma energia “extra humana” em diversos momentos felizes e infelizes também. É inegável. É o imortal que está dentro de nós.
3)Saiba que combater seus defeitos e deficiências que trazem a sua infelicidade  e atritos com os demais, é algo considerado de mais grandioso no Universo; é sagrado. É TUDO que vai lhe colocar no caminho de se integrar ao TODO que também significa a sua imortalidade.
4)Não acredite nas minhas afirmações; não há o mínimo problema, fico até feliz, mas recorde sempre que irá necessitar de um guia e não de um intermediário ente você e Deus porque , em última instância, quem terá que caminhar é você mesmo. Os intermediários “ou querem seu dinheiro ou sua liberdade” como dizia Voltaire.
Quaisquer esclarecimentos...
Paulo R P Menezes.