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quinta-feira, 24 de julho de 2014

A volta do filho de Deus à Terra.

A volta do filho de Deus à Terra.

O século XXI é o da liberação do ser humano, pois volta-se a exercer a faculdade de pensar.
Na área da tecnologia o avanço foi imenso...porém...não é a que me refiro.
Pensar nos aspectos éticos, morais e espirituais que estão paralisados há quase 3.000 anos.
O caos do mundo atual é eloquente exemplo onde não é necessário perder tempo com explicações.
Observe o seguinte:
Nós somos compostos como indivíduo de uma parte humana e uma parte divina.
Na infância atua a nossa parte divina. A inocência e a imensa graça de uma criança (que nós fomos também!) de uma beleza inexplicável linda, corrobora minha afirmação. Os pais avós e tios sabem do que estou relatando.
Na puberdade e juventude ocorre um eclipse dessa parte divina e atuamos apenas com a frágil parte humana como adultos. Assim tem início o caos que citei.
Só com a parte humana é normal vermos predominar o egoísmo, o temor, a mesquinhez, a tristeza e a violência.
Temos que fazer retornar a nossa parte divina com certa prontidão, pois essa é a nossa parte ampla, generosa, ilimitada, feliz e eterna. A divina que éramos nós na nossa infância e que sempre seremos.
Essa é a verdadeira volta não de um filho de Deus a Terra, mas de todos os filhos de Deus.
 Todos que tenham o anelo sincero de serem melhores, de se aperfeiçoarem e também de apressarem a sua evolução que é o caminho também que leva ao Criador.
Afirmo que potentes conhecimentos já existem na face da Terra que tornam viável essa realização.
Uma utopia? Pode ser ou não... Julgue você leitor... Olhe para dentro de si mesmo no silêncio... e sinta no seu coração a parte de Deus do qual é constituído.
Essa será a garantia de sua eternidade... a que nunca morrerá. Cuide dela.


Paulo R P Menezes.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Os dois segundos mais torturantes da nossa vida.

               Os dois segundos mais torturantes da nossa vida.

        Você leitor não se assuste, pois não é caso de morte nem espera de notícia ruim.
São fatos curiosos que os pensamentos, esses personagens que temos dentro, nos levam a viver angustiados. Eles não esperam nem 2 segundos!
1)O Farol (S.P) ou Sinal (R.J) abriu e o carro à frente em vez de andar logo, demorou terríveis e longos 2 segundos para ir. Show de buzinas!...e xingamentos.
2)O elevador não chega. Alguém segurou o mesmo em algum andar por torturantes 2 segundos. Haja murro na porta! No mínimo... “ocorre a ideia”. Vale para zelador que não abre a porta de entrada do Prédio instantaneamente.
3)No computador, clicamos num link que não abre de imediato e demora absurdos 2 segundos para abrir!  Um murro na mesa! Trocar urgente por um computador melhor! Computador muito lento.
4)Fila de supermercado. Parece que o caixa está trabalhando lentamente de propósito. Se o da frente já pagou, por que a demora “sem nexo” de 2 lentíssimos segundos em me chamar? Cara feia na hora. Aplica-se para Órgão Público ou Banco.
5)Trânsito congestionado. A fila do lado anda mais que a minha! Estou perdendo irrecuperáveis 2 segundos!. Mudar urgente de fila! E depois? Lógico mudar de novo! Um inferno.
Daqui para a frente você que lê poderá completar a listagem com outros casos, mas sejá rápido...eu não suporto esperar 2 angustiantes segundos!

Será que tem cura?

      “A impaciência adquire, freqüentemente, caráter de obsessão. Quando atinge tal extremo, qualquer espera, por curta que seja, assume no impaciente perfis de tragédia.
       Supõe que tudo se conjurou para torturá-lo, só respirando com satisfação quando vence algum contratempo”. Logosofia.org.br

        Paulo R P Menezes

       PS: Maiores e amplos detalhes, vide no livro Deficiências e Propensões do Ser Humano.  
       Subtítulo: A Impaciência

domingo, 25 de maio de 2014

O Livro Mágico.


Era o ano de 1096 depois de Cristo.

Toda a Europa Ocidental estava em turbulência porque surgiu a ideia e já haviam muitos adeptos, de seguirem para a Palestina considerada a Terra Santa.
Havia muita pobreza e, sem opções, era a salvação do momento para os cristãos.
Sem dinheiro, atacaram os judeus próximos para arrecadarem valores que financiariam a “viagem”. Chegando lá, desalojariam e matariam os muçulmanos que eram os habitantes locais.
Eu,dentro do meu casebre, nos meus pensamentos, não tinha nada a haver com isso e, no meio da ebulição do meu Vilarejo onde estavam todos sendo convocados, fugi!... fugi mesmo... por uma estradinha que seguia próximo a um rio no meio de um bosque.
 Ia procurando esquecer as atrocidades que vi. A bem da verdade muitos não queriam participar, mas eram aterrorizados pelos reis e pelo clero... tudo absurdamente em nome de Deus.
Segui andando com pavor de ser descoberto e capturado. Que tristeza! Chorei muito. A solidão. Larguei parentes, amigos e conhecidos. Como sobreviveria?
Gritei muito ali, no meio do campo, sozinho:
“Porque me deram uma vida"? Para isso? O inferno deveria ser mais agradável.
Virei uma curva e, para meu espanto, sentado embaixo de uma árvore, estava um ancião.
Aproximei-me com cautela...e ouvi com firmeza: -“Sente-se aqui porque já li seus pensamentos”.
Aquilo foi como um bálsamo numa ferida e, sem mais, sentei-me. Alguém sabia do meu sofrimento.
Perguntei quem era e não respondeu, mas olhou-me de tal forma significativa que tive a impressão que ele tinha milhares de anos e senti um amor que lhe envolvia.
O ancião portava uma bolsa que tinha dentro uns escritos numa espécie de papiro.
Curioso, perguntei o que era.
- “É um livro do futuro”. Não posso divulgar nessa época porque não será útil, porém esperarei mais 1000 anos. No ano 2000 D.C continuarão as barbaridades, mas haverá espaço mental na mente dos seres para os pensamentos desse livro.
-“No tempo universal 1000 anos são alguns minutos e os grandes resultados para o bem da humanidade aparecerão entre os anos 2000 e 3000 DC”.
Falei-lhe que aquilo era uma utopia, uma loucura e que me deixasse lê-lo.
Quando prestei mais atenção, vi que os escritos tinham um brilho e pareciam vivos! Dariam para muitos volumes.
O ancião vendo a minha observação esclareceu que era verídico o que vi porque aqueles conhecimentos provinham do Universo Eterno e da Imensidão e essa sabedoria cósmica continha energia.
- “Um parágrafo para eu ler, por favor pedi!... O que, logo a seguir, não me foi negado.
Li e não entendi direito e recebi a explicação:
“A energia está nas entrelinhas”. “Pense em fazer o bem a si mesmo e aos demais com o que leu”
Assim agi. Com grande assombro minha ação atraiu a energia dos escritos que se consubstanciaram comigo e essa força aliviou imediatamente minha vida e comecei a entender o passado, o presente e o futuro da humanidade.
Senti-me com mais ânimo e lucidez. Ocorreram idéias para me safar dos problemas que vinham ocorrendo na sociedade dessa minha época, século XI, onde vivo.
Tanto é que escapei....afinal estou aqui vivo em 2014 DC.
Aqui termina a lenda com algumas interrogações.
Onde está o livro que seria publicado por volta do ano 2000?
Existe o livro com sua força extraordinária que eu mesmo senti?
Agora a pouco, quando iria concluir esse relato, apareceu-me o Ancião, aquele do ano de 1096 e solicitou-me que tivesse paciência.
- “O que lhe falei há mil anos cumpriu-se”. Haverá uma significativa melhora ética, moral e espiritual.
Disse-me ainda: “A humanidade está cética, mas despertará...deixe correr mais alguns anos e verá...”
Sendo lenda ou verdade, existe o livro.

Paulo R P Menezes.

terça-feira, 22 de abril de 2014

A Eternidade e a Pré- História humana.

Retrocedemos 500 mil anos terrestres. Aí incia a estória.
Não há religião. Existe Deus.
Eu e você fazemos parte de um grupo de uns 30 seres. Homens, mulheres e crianças.
Vida dura.Planeta vulcânico feroz. Imensos animais. Grandes tempestades.
Moramos numa caverna junto a um maravilhoso vale ao longo de um rio.
Apesar desses perigos não temos opção. Sairemos para caçar logo que o dia clarear.
Não sabemos falar direito, mas pelas expressões faciais nos entendíamos perfeitamente.
Algo em nós vinha mudando.Nossa inteligência vinha crescendo. (*)
Era costume antigo abandonarmos quem ficasse doente. Cuidar dele poderia significar a nossa morte, pois tínhamos que retornar à caverna antes do anoitecer. Se algum morresse ficaria largado no caminho, sem mais e seria devorado pelas feras.
Um fato excepcional ocorreu. Fato histórico.
Hoje, eu e você, enterramos pela primeira vez no planeta Terra, um dos nossos que morreu na luta contra um animal. Não foi abandonado como era hábito há milhões de anos.
Fizemos um buraco e lá colocamos o companheiro e todo o grupo reuniu-se em volta por um instante, como uma reverência ao que se foi. Houve uma imensa razão fantástica para esse acontecimento.
Marcamos o local com uma pedra para voltar ali quando quiséssemos visitar o túmulo.
Fomos embora.
Com o advento da consciência individual na época (**) mostrando que tínhamos vida interna e sentimentos, olhamos um para o outro, eu e você, e ficou expresso nas nossas fisionomias o que tínhamos compreendido dentro de nós mesmos, recentemente e pela primeira vez através dos séculos:
"Nós dois jamais abandonaremos os seres que aparentemente apenas viviam, mas sabemos que continuam existindo através da eternidade". Continham já em vida a eternidade mesma... Como nós dois.

Paulo R P Menezes.
(*) Blainey.
(**) Pecotche.

terça-feira, 8 de abril de 2014

A NAVE IMATERIAL EM QUE VIAJAMOS


A história  é uma viagem incrível, mas não se iluda: contém fatos reais.

Enquanto você  lê esqueça que tem um físico, um corpo. Esqueça mesmo!

A partir de agora somos todos entidades imateriais vindos da imensidão do eterno, do espaço e nos aproximamos e sentimos ao longe o planeta Terra. Imagine assim.

Cada um de nós tem a sua nave imaterial composta de sua consciência, sua mente e seus sentimentos. Os conhecimentos que temos na consciência são uma espécie de asas que nos impulsionam nessa parte fantástica do Universo não físico.

Então não se preocupe porque mesmo sem corpo temos uma mente que pensa, temos os “olhos” da inteligência e “as mãos” do entendimento. O nosso sistema sensível também com suas faculdades captam as sensações desde a maior alegria até a mais profunda tristeza. Vejam que todo o nosso equipamento é de essência imaterial também.

A Terra está se aproximando.

Tenho que constantemente lembrá-los que não nos interessa o planeta fisicamente, pois não temos físico e só “vemos” com nossos órgãos já descritos que enxergam apenas o invisível.

Em certo momento paramos no espaço extasiados e captamos que envolve esse pequeno grande mundo um imenso ambiente mental "visível", como disse, aos olhos da inteligência e sentido pela faculdades sensíveis que nos compõem.

Com assombro percebemos logo que “ nesse planeta imperam os pensamentos”, entidades psicológicas vivas que dominam os humanos. 
São os imperadores.
Sem corpo, começamos a ver o invisível que ninguém no planeta vê com clareza.
 Com certa decepção constatamos que predominam os maus sobre os bons em larga escala e dessa distância comprovamos o pior: os pensamentos maus estão disfarçados de bons e é assim que sobrevivem. Sem serem descobertos pelos seres, estão nesse ambiente há milhares de anos do tempo terrestre.
Daí não é difícil deduzir a confusão existente no planeta: ninguém se entende!
Fizemos outras observações vendo a Terra de certo ângulo mais próximo:

Os seres civilizados que compõem lá as civilizações estão desaparecendo independente de sua classe social.
Em níveis mais baixos,vimos que impera a brutalidade e a violência desenfreada que muitas vezes  atinge quase a todos.
Vimos uma dificuldade em conviverem: Nem entre países, nas famílias e nem individualmente uns com os outros.
“Vivem mal internamente”. Avança a indústria dos “anti-depressivos”como denominam na Orbe.
É um planeta com teorias filosóficas confusas, disse um finalmente.

Então  alguém transmitiu: “Breve estaremos lá como seres humanos de carne e osso”.

Como escaparemos dessa verdadeira teia que envolve o Globo?, um outro perguntou. Seremos iguais a eles novamente?

Começamos então a fazer um plano, pois vimos que ainda existia pouca coisa boa e um de nós afirmou:

- “Diz uma lenda que apesar da atmosfera mental terrestre viciada, alguém estava introduzindo nela conhecimentos superiores emanados da Criação para mudar os rumos e retornar a evolução moral, ética e espiritual que vem decaindo".

A ideia é nos apoiarmos e fazer crescer dentro de nós certos valores imprescindíveis para vivermos melhor e mais felizes, pois, do fundo do Universo ouvimos um canto que dizia: "A vida é uma das coisas mais importantes que existe na criação." É fundamental eliminar os pensamentos negativos que atacarão e preenchê-la com o bem. É  a premissa para valer a pena continuar existindo em direção ao Criador"

Enfim caro leitor em breve seremos humanos.... como você encararia essa situação novamente?

Voltando a ser da espécie humana e sabendo que logo deixará de ser e voltará a viajar pelo espaço mental, o que lhe ocorre pensando na tão importante vida?

Paulo R P Menezes.

PS:  Qualquer semelhança com alguma filosofia é mera coincidência.
      








quarta-feira, 12 de março de 2014

Considerações sobre a Ignorância.


                                                         Considerações sobre a Ignorância.
A ignorância é o que se desconhece.
O significado que dou ao ignorante é na acepção correta do termo: não saber algo. Nunca como um xingamento ou um termo para diminuir alguém. Eu sou o primeiro a me incluir.
Para ser grande, o que é necessário? Ser pequeno simplesmente. Então a qualquer momento podemos modificar a vida para uma posição melhor.
O que o ser humano sempre buscou nessas centenas de séculos? O saber. A Sabedoria. Afastar-se da ignorância que sempre lhe “atormentou, entristeceu e desesperou” (1).
O saber lhe exigiu sacrifícios, esforços, provas de paciência e constância.
Desde épocas remotas o homem correu atrás do saber buscando onde sua imaginação, intuição ou pressentimento o levavam.(1)
Avançou na área da ciência e da tecnologia conseguindo resultados inimagináveis.
Descobriu os segredos do átomo do Silício e da energia termonuclear fabricando armas mortíferas, “mas para sua desventura perdeu de vista o caminho que levaria a presença do seu Criador” (1). Essa é a parte ignorante humana.
O fato mais eloquente que comprova essa afirmação é o caos moral, ético e espiritual nessa época em que vivemos, apesar do avanço científico. Perdemo-nos no Caminho. Preciso falar de nossos políticos?
As tentativas humanas de chegar ao topo da sabedoria em matéria de filosofia, religião, nas artes e etc, não resolveu o intrincado problema existencial de todos.
Sabemos tanto por um lado...e nada pelo outro: não sabemos viver! É assombroso o desacerto humano em todas as áreas! Qual a causa que não conseguimos captar?
Para não prolongar em tão complexo assunto afirmo que escapou da sabedoria humana o conhecimento de si mesmo, do mundo metafísico e por incrível que pareça, o conhecimento de Deus. Incrível porque nos achamos protegidos e íntimos de Deus, mas pela situação geral, parece que não é bem assim...
Quem disse que não fará parte da nossa Sabedoria em breve, sentirmos dentro de nós mesmos, sabermos com certeza absoluta, da mesma forma que recordamos que estávamos vivos ontem, que, além de vivermos, nós existimos eternamente?
Quem disse que não fará parte da nossa Sabedoria, no futuro sermos mais gentis, afáveis, cordiais, mais gratos, respeitosos, alegres em vez do mau humor, irritabilidade e violência generalizada?
Voltarei nesse tema. Penso que existe uma ignorância milenar a se preencher com uma sabedoria que se desconhece. Não no mundo físico, mas na parte imaterial do Universo.
Convido a todos pesquisar comigo.

Paulo R P Menezes


(   1)    Créditos. logosofia.org.br.