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domingo, 1 de julho de 2012

"O despertar dos Mágicos" e o lindo Avestruz.

"Despertar dos Mágicos"é um livro de Louis Pauwels e Jacques Bergier.
O tema central deste livro é baseado na ideia de que uma quantidade de conhecimentos científicos e técnicos, alguns dos quais são de civilizações extraterrestres, têm sido mantidos em segredo durante longos períodos da história, e que o homem é chamado para se tornar um super-homem.
Descrevem o livro como ora lendário e ora verdadeiro.


Estamos em um mundo onde tudo parece "normal', mas nada há mais misterioso que o próprio homem

O avestruz vendo um problema enterra a cabeça na areia. Pronto. Resolvida a questão.

Tirando a nossa cabeça da areia... começa nossa estória.

Não é, de certo modo incrível e meio mágico termos um físico e termos também um mundo interno extra físico? (que imagina, que pensa, que tem pensamentos e sentimentos...todos imateriais?)

Olha que coisa de louco: Sonhamos. Temos sonhos.
Ora neles somos assistentes de um tipo de filme e ora, nos sonhos, somos atores: voamos, caímos, monstros nos atacam. É "normal" alguém inteligente usar nossa mente enquanto dormimos e produzir essa atividade? Estranho né?.

Além do mais fomos colocados no braço de uma galáxia de 5 bilhões de anos. Coisa corriqueira, não?

Algo simplório que é dito até com sonolência: Sairemos todos daqui da Terra. Em 120 anos todos os 6 bllhões de seres serão substituídos...é isso aí: nós mesmos. Isso é de tirar o sono.

Dizem calmamente que continuaremos vivos sem o físico em outro mundo...o quê???...não é melhor fazer que nem o avestruz? Porém a mágica pode ser verdade.

Convenhamos: Ou tudo isso é uma loucura ou realmente seremos seres mágicos sem sabermos. Os autores do livro intuíram corretamente.

Apesar disso as pessoas continuam a vida na correria de sempre ignorando solenemente essas coisas que são de arrepiar os cabelos.

Penso que é por que quando éramos pequenos nos deram tudo pronto: Deus é assim e assado. Depois nos colocaram no pré-primário, avisaram a gente que no futuro iríamos trabalhar e no fim de semana quando Deus descansou um dia, tomaríamos uma cerveja.
Dessa forma, então não era necessãrio pensar mais em nada. Viramos avestruz.

Como o mundo está mudando na atualidade, o mágico está despertando - somos nós mesmos - e querendo realmente saber das coisas e entender tudo o que achavam "tão normal".

Posso adiantar que estão abrindo-se portas que estavam fechadas há milênios mostrando e comprovando que existe a mágica genial e que agora vem sendo revelada. Estamos incluídos nela e isso nos trará e já está trazendo  um futuro alentador. Alguém já disse: "O Universo tem um Criador mágico e não sabíamos". São as revelações de uma outra face da moeda, do século XXI.


Paulo R P Menezes

domingo, 24 de junho de 2012

O camaleão e os defeitos humanos.

Os fatos começam assim:
A pessoa "não vê" seus próprios defeitos e pensa que é muito "boazinha". Os que convivem com ela enxergam um outro ser como na realidade é: cheio de deficiências.
É o início de uma confusão que já vem de séculos.
Sendo ela "tão maravilhosa" reclama do tratamento que recebe e, com tal miopia mental, culpa os demais pela forma real e fria que lhe tratam por vezes, porém nem desconfia da própria realidade. É assim que terminam muitas amizades.
Nesse desencontro segue o mundo com todos criticando-se mutuamente "pelas costas" e pela frente...aquela sutil hipocrisia de beijinhos para cima e para baixo.
Resultado: Ninguém confia em ninguém. Sentem que há algo errado.
O inferno acontece quando uma pessoa resolve ser franca com um outro. O outro se rebela porque "não vê" seus defeitos que estão sendo apontados e acha uma injustiça o que estão fazendo. É assim também que começam os ressentimentos mútuos.
O pior ainda está por vir:
Quem gosta de ser franco tem verdadeiros acessos de raiva quando são francos com ele.

Por isso vem ganhando importância o livro Deficiências e Propensões do Ser Humano porque tem como principal premissa ensinar que cada um veja e elimine seus próprios defeitos e "esqueça" o defeito alheio.
É ainda nesse livro que está explicado que os defeitos, para quem os tem, são iguais aos camaleões que tomam a mesma cor da árvore que habitam e, dessa forma camuflados, iludem a observação de seus donos.
Trazendo um conhecimento de uma maneira simples, Pecotche, o autor do livro citado, vai tornando realidade a proposição que um ilustre grego pronunciou há 2500 anos: "Conhece-te a ti mesmo"

Paulo R P Menezes

domingo, 3 de junho de 2012

As partículas elementares: O átomo e os Pensamentos.

      Li recentemente: Uma breve história do mundo de Geofrey Blainey e "O que aconteceu na Terra" de LLoyd que é a história do Planeta e das Civilizações.
     Quem quiser entender um pouco mais a fundo o que, até mesmo os autores não compreenderam, terá que levar em conta duas afirmações de Pecotche, criador da Logosofia: Uma do mundo material e outra do mundo imaterial.

1) A formação do Planeta Terra: O átomo como o portador da Inteligência suprema e energia universal do Criador.

2) O Planeta Terra como ambiente onde imperam os pensamentos.

 Da primeira afirmação, a combinação perfeita de átomos formaram um planeta rochoso há bilhões de anos chamado Terra. Esses átomos "inteligentes" arranjaram-se em outra configuração mais avançada e surgiram os vegetais. Seguiram criando formas mais complexas e geniais como os animais e provavelmente obedecendo a desígnios superiores, "inteligentemente", ainda criaram o homem, sem contar as dezenas de milhares de tudo o que é forma de vida. Explica-se assim, a vida física.
     Da segunda, no mundo imaterial, afirmou que os pensamentos tem vida própria e força muito maior que a vontade humana. Se fosse filme de ficção, diria que são alienígenas que nos dominam, levando-nos a tristeza,  a infelicidade, a falar e fazer o que não queremos, arrependimentos e até mesmo a depressão, à rotina, a monotonia e ao "saco cheio". Tudo isso leva a tal "doença do vazio" que muitos reclamam. ( PS: Sabemos que existe pensamentos bons, importantíssimos, mas são minoria frente a tudo que é mal e temos que ampliá-los)
    Chegamos em um momento no tempo universal, afinal estamos no século XXI, de concentrarmos a atenção nesse mundo imaterial, já que no mundo técnico e físico avançamos bastante. É lógico!
    É a porta que se se abre para o "beco sem saída" que entrou a civilização.
    A humanidade, que sou eu e você, térá que pensar na outra face da moeda da Criação que é a imaterial.
    A princípio, quem não levar em conta que os pensamentos têm vida própria estará em desvantagem porque os tempos estão mudando e na sequência, existem após esse, outras hieraquias de conhecimentos similares, potentes, comprováveis e práticos.
    O funcionamento de tudo no mundo físico está sendo descoberto e agora chegou a vez de sabermos as causas dentro de nós mesmos, desse mundo invisível que se prolonga até confins que não se saberia dizer...o mundo metafísico...afinal Deus? Como ser humano temos muito a resolver.
Quem descobre a causa, deu um importante passo para resolver o problema.

     Paulo R P Menezes


sexta-feira, 1 de junho de 2012

Duendes e gnomos. A fantástica história.

  Certo dia, andava sozinho num bosque, como sempre faço e observava as coisas lindas que apareciam no caminho, rodeado de árvores muito altas com o sol se pondo no entremeio desse espetáculo fantástico.
     Silêncio total...ninguém à vista já há muito tempo. Eu sentia-me muito pequeno nesse mundo mágico cujas árvores já existem há 200 milhões de anos nesse planeta. O bosque parecia que tinha vida e energia.
 Comecei pensando enquanto seguia,  que no ano 700 DC, época do Robin Hood, as florestas eram encantadas e eles desconfiavam que eram habitadas por duendes, gnomos e outros seres, alguns do mundo imaterial. Tinham razão de certa forma.
     Eu, apenas comigo mesmo, intuí nitidamente e tinha certeza sobre o que eles sentiam há 1300 anos. era exatamente o mesmo que eu sentia ali sozinho.
     Quando olhei para o lado veja quem aparece: Robin Hood!  Ele mesmo, transportado desse ano 700 para o século XXI!
     Veio com as mesmas roupas da sua época e foi logo dizendo: -  Não assuste: algo dentro de você mesmo, nas suas profundezas entrou em contato com a história da humanidade e de uma forma tão real que tive que vir ao seu século confirmar algumas coisas que pensou.
     Seguiu dizendo e andando ao meu lado: - "A Natureza que estamos observando é tão grandiosa que dá a sensação que não é só física...é algo maior, digamos metafísico e interpenetra a floresta dando a sensação em nós dois que, a qualquer momento, no meio dessa floresta atual e daquela vastidão da minha época, surgiriam anões e veríamos olhos entre as árvores, observando-nos.
     -Eu sabia, disse Robin Hood ainda,  "que aquele bosque e todos os outros tinha um Criador e eu ali observava a obra deslumbrante Dele". "É bom ter isso presente enquanto se caminha entre as árvores". "É uma chave que abre portas imateriais".

     Continuou falando: - Descobri porque que a Natureza nos atrai e a toda humanidade em todos os tempos.
 - "De tanto insistir pensando nisso aprendi também que a sensação indescritível é porque, além do bosque e a floresta, percebe-se que envolvendo tudo, existe um mundo potente de energia: o mundo metafísico, mundo maravilhoso e eterno, o universo imaterial que foi criado também".
Nesses ambientes paradisíacos, a linha que divide o mundo físico do metafísico, é muito tênue.
     Com a beleza indescritível e o silêncio fantástico desses lugares, torna-se "visível" não para a visão física, mas para os "olhos" da inteligência, do sentir e do espírito humano, uma parte desse mundo onde reina o Pensamento Universal. Daí a imensa atração que exerce em nós, humanos.
Concluiu Robin Hood: "O que nos encanta é a energia metafísica desses lugares que, em parte, flui para nós fortalecendo a nossa vida".
A potente energia do bosque, dá a sensação que a floresta está nos vendo e que há olhos que nos acompanham. A impressão que temos é tal, que nos invade a maravilhosa percepção que minúsculos seres, os duendes e gnomos, nos acompanham nessa caminhada.
A sensação é inefável.
Confesso que não vi nenhum, mas Alguém cuida do bosque. Entidades puramente imateriais?
Deixo para o leitor concluir.
Como veio, Robin Hood foi-se deixando o que pensar. Fiquei feliz de pensarmos igual, apesar dos séculos que nos separam.

Paulo R P Menezes.

PS: As idéias e pensamentos do personagem dessa ficção pertencem ao autor.

sábado, 5 de maio de 2012

Reflexões sobre um provérbio chinês: "Os Mestres podem abrir a porta, mas só você pode entrar".


Se um Mestre lhe abre a porta é para você ser Mestre oportunamente e não um escravo ao longo dos séculos. Esse então é o verdadeiro Mestre.


Um Mestre lhe ensina a cultivar a valentia, a confiança e segurança em si mesmo. Porque aberta a porta é você quem vai caminhar.


Um Mestre é amplo e generoso. Se quiser seu dinheiro, o Mestre é falso.


Quando entrar você vai ver seu caminho, sua evolução, sua felicidade, seus amigos e no final da meta infinita...Deus. 

Comprove logo no início do percurso essas verdades. Senão a porta é falsa.

Se o Mestre quiser sempre se interpor e lhe deixar dependente dele, entre o ínicio e o andamento infinito da sua meta, além do Mestre, o caminho também é falso.

Paulo R Pinheiro de Menezes

domingo, 29 de abril de 2012

O planeta Terra: O portal do metafísico.

Desde o início do que chamamos de humanidade, consubstanciada com o ser humano, a sede de saber atravessou os milênios.
    Vai ficando claro que desse minúsculo ponto do Universo, a Terra, descobriremos em sua totalidade, o "Kosmos" como bem expressavam os gregos.
    É isso mesmo: é daqui que descobriremos também o metafísico sem necessidade de morrer e "ir lá" para verificar a sua realidade.
    Fomos colocados nesse braço de galáxia e só recentemente estão caindo os véus que impediam a visão do entendimento, para compreendermos espetaculares realidades cujas portas estavam fechadas à inteligência humana.
    A humanidade trilhou caminhos de claridade alternados com períodos da mais negra escuridão em sua grande viagem no tempo, mas nem assim foi apagada a luz da esperança existente no indômito espírito humano de buscar a sabedoria.
    Fico feliz de pertencer a um século onde as travas que mantinham as mentes paralisadas estarem sendo removidas. Onde a rocha do temor de questionar está sendo pulverizada.     Podemos pensar em tudo com liberdade que nos foi concedida.
    A avidez das descobertas fisicas avançou muito e agora nos adentraremos na outra face da moeda que é o "universo imaterial" que permeia o físico até nos confins da imensidão.
    Milenarmente , esse "universo imaterial" está ainda, em termos de evolução, na era dos Alquimistas bem antes da química: cheio de lendas, preconceitos, na pré-história do conhecimento, tanto é que são rídiculas e infantis as notícias que se divulgam dele, tanto as filosofias como as religiões.
    As descobertas atuais já saem do campo das suposições e crenças para o campo da ciência com as devidas comprovações.
    Pela primeira vez o Conhecimento estará unido com o Amor na sua missão esclarecedora porque para chegar até aos profundos mistérios como é saber sobre a vida e a morte, a existência, o espírito e o Criador inclusive, não se pode prescindir nem de um nem do outro. É como a luz e o calor solar.
    Comecemos caminhando pela porta aberta por um pensador chamado Pecotche que justamente é a passagem de entrada para o nosso mundo interno, seguindo na rota do conhecimento das faculdades da inteligência e onde vivem os pensamentos agindo por própria conta. Veremos dentro de nós o mal e o bem.
   Seguiremos adentro conhecendo o Sistema Sensível e os sentimentos. Avançaremos para  a área da consciência humana e seus valores permanentes e a seguir o que encontraremos? a região do espírito? avançando mais ainda será que iremos para locais insuspeitados  do mundo metáfisico? E mais no profundo...Deus?
    Trilhar conhecimentos dessa magnitude são imprencindíveis para a conquista da felicidade e a eliminação do vazio milenar que os seres sentem.


    Paulo R Pinheiro de Menezes

sábado, 7 de abril de 2012

UMA MENTE BRILHANTE. O filme. O real e o imáginário. O louco é o John Nash ou somos nós?

John Nash é um matemático genial que consegue sucesso em várias áreas da matemática e uma carreira acadêmica respeitável.  Após ser chamado a fazer um trabalho em criptografia para o Governo dos Estados Unidos, Nash passa a ser atormentado por delírios e alucinações. Diagnosticado como esquizofrênico, e após várias internações, ele precisará usar de toda a sua racionalidade para distinguir o real do imaginário e voltar a ter uma vida normal.
    Oscar 2002 (EUA). Venceu nas categorias de melhor filme (Brian Grazer e Ron Howard), melhor roteiro adaptado, etc. (Wikipédia).

    Mais um filme de sucesso, assim com Blade Runner, Avatar, o Feitiço de Áquila, e outros que a maioria das pessoas gostam, mas também admiram a história pela sua atração inexplicável e genial. Algo bem interessante que atrai e não se sabe bem a causa. Qual será?

    Sem o filme sugerir, John Nash somos nós. Eis a verdade, de certa forma.

    Temos a mente cheia de personagens bem vivos, independentes de nós e perigosos. Levam-nos pelos caminhos da amargura e da tristeza.

    Veja nossa mente por dentro com "os olhos da inteligência" porque com olhos físicos não se consegue ver:
    Existe um personagem por exemplo, que ele não é bom mas, que com grande ardil, disfarça o mal com aparência de bem. Ele mesmo, fingindo brincar com os demais destila críticas destrutivas para vários.     Ninguém, nem o John Nash, quer criticar os demais dessa forma, porém...fazemos. O personagem que temos dentro é mais forte que nossa vontade. Quem é o louco? Jonh Nash ou nós?

    Outro personagem na nossa mente, por impulsividade, leva a pessoa a falar o que não deve sem controle. Depois vem o arrependimento tardio: porque falei! Quase igual aos personagens do John que o levavam por caminhos tortuosos.

    Um outro em função da raiva que sente por alguém, "liga o filme da sua imaginação" e mesmo sem querer, implorando para a sua imaginação sossegar, fica horas e horas dizendo as "verdades" para o desafeto, xingando e gritando mentalmente para quem motivou sua ira até que que começa a ficar esgotado.     Esgotamento mental que as vezes tira o sono e atravessa a noite. Ninguém também em sã consciência que viver isso. John Nash que o diga.

    Existe mais mil exemplos. Quem leu até aqui que complete essa história.

    Depois que foi desvendado, surgindo esssa verdade lá dos confins do Universo, "o mistério da vida própria dos pensamentos",(1) mais fortes que nós mesmos, abriu-se um novo portal para a evolução humana.
    É um conhecimento fundamental.

    Agora os personagens de John Nash e os nossos poderão ficar sobre controle.

    Paulo R P Menezes
(1) logosofia.org.br.